Homem surta e ameaça explodir superintendência da PF
Durante surto ele tamb´rm ameaçou explodir quartel da PM.
- Foto: divulgação
Na manhã deste sábado (28/12), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) realizou a Operação Petardo, mobilizada após uma ameaça de bomba envolvendo o Quartel do Comando-Geral (QCG) da corporação e a Superintendência Regional da Polícia Federal (PF). -DF), localizado no Setor Policial de Brasília. O caso revelado na abordagem de Fabrizio Domingos Costa Ferreira, 46 anos, suspeito de planejar detonar os prédios públicos.
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Ameaça no Quartel
Por volta das 6h40, Fabrizio se mudou do QCG a bordo de um Volkswagen branco e afirmou aos guardas do local que transportava explosivos no veículo. Ele teria ameaçado tanto o quartel quanto a sede da Polícia Federal. Após a declaração, deixe a área, dando início a uma operação para localizá-lo.
Com as informações da placa do carro, a PMDF iniciou as buscas e localizou o veículo na Via N1, na altura do Setor Hoteleiro Norte (SHN), região central de Brasília.
Abordagem e isolamento
Durante a abordagem, o suspeito apresentou comportamento desorientado e falas desconexas, diminuindo um possível surto psicótico. Equipes especializadas, incluindo o Batalhão de Policiamento de Choque (Patamo) e o Batalhão de Operações Especiais (Bope), foram acionadas para garantir a segurança da área.
O local onde o carro foi parado foi imediatamente isolado para que o veículo passasse por uma inspeção minuciosa. Segundo a PMDF, o automóvel foi registrado em nome da Associação Áreas de Protegidas Amazônia (Aapa).
Após horas de análise, a PMDF informou, por volta das 10h10, que não havia explosivos no veículo ou com o suspeito. A operação foi encerrada sem registro de danos ou vítimas, mas Fabrizio foi encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para os devidos excepcionais, legais e médicos.
Possível surto e investigações
Embora as motivações de Fabrizio ainda estejam sendo apuradas, as autoridades suspeitam que ele tenha ocorrido em surto psicótico no momento da abordagem. Seu comportamento desconexo e a ausência de explosivos reforçam a hipótese de que a ameaça não se tratava de um plano concreto, mas de um episódio de desordem mental.
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