IBGE revela avanços sociais, mas destaca desigualdade no trabalho
Em 2023, a disparidade salarial entre brancos e pretos ou pardos atingiu 7,5 vezes, a maior desde 2012.
- Em 2023, o Brasil apresentou melhora nos indicadores sociais em relação a 2012, com redução da pobreza e das desigualdades, segundo o IBGE.
- Persistem desafios como a inclusão de pretos e pardos no mercado de trabalho e a redução da disparidade salarial, que chegou a 7,5 vezes entre brancos e pretos/pardos, a maior desde 2012.
- Cerca de 9 milhões de jovens entre 15 e 29 anos abandonaram a escola sem concluir a educação básica, principalmente para trabalhar, e 40% dos adultos entre 25 e 64 anos não completaram o ensino médio.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgação
O Brasil alcançou, em 2023, indicadores que mostram a melhoria das condições de vida da população em comparação a 2012, incluindo a redução da pobreza e das desigualdades sociais e econômicas. Os dados estão na Síntese de Indicadores Sociais, divulgada nesta quarta-feira (6) pelo IBGE.

Apesar dos avanços, o estudo ressalta desafios, como a inclusão de pessoas pretas e pardas no mercado de trabalho e a redução das diferenças salariais. Em 2023, a disparidade salarial entre brancos e pretos ou pardos atingiu 7,5 vezes, a maior desde 2012.
PUBLICIDADE
O levantamento aponta que 3,6 milhões de mulheres pretas ou pardas estavam fora da força de trabalho, enquanto esse número foi de 1,5 milhão entre as brancas.
Entre os homens, 1,5 milhão de pretos ou pardos estavam desempregados, em comparação a 792 mil brancos. Para Denise Freire, analista do IBGE, a recuperação do mercado de trabalho não tem atingido jovens mais pobres, pretos e pardos, especialmente as mulheres.
Outro dado preocupante é que cerca de 9 milhões de jovens entre 15 e 29 anos abandonaram a escola sem concluir a educação básica em 2023, principalmente devido à necessidade de trabalhar. Além disso, 40% das pessoas de 25 a 64 anos não concluíram o ensino médio, mais que o dobro da média da OCDE em 2022, que foi de 19,8%.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






