Justiça arquiva caso do cão Orelha após MP apontar falta de provas
As investigações tramitaram sob sigilo e tiveram ampla repercussão em todo o país, além de alcançar destaque internacional nas redes sociais.
- Foto: Divulgação
Resumo
A Justiça de Santa Catarina arquivou as investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, após pedido do Ministério Público por falta de provas. O caso ganhou repercussão nacional e internacional no início deste ano.
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Notícias do Brasil – A Justiça de Santa Catarina decidiu arquivar as investigações envolvendo a morte do cão comunitário conhecido como Orelha, caso que gerou forte comoção nas redes sociais e repercussão nacional no começo deste ano.
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A decisão foi tomada pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Florianópolis, após acolher o pedido apresentado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que concluiu não haver provas suficientes para sustentar a continuidade da investigação.
Caso ganhou repercussão nacional
O cão Orelha vivia na região da Praia Brava, em Florianópolis, e o caso mobilizou internautas, ativistas da causa animal e moradores após suspeitas iniciais de agressão.
As investigações tramitaram sob sigilo e tiveram ampla repercussão em todo o país, além de alcançar destaque internacional nas redes sociais.
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Ministério Público apresentou parecer de 170 páginas
O pedido de arquivamento foi protocolado no início da semana e contou com um parecer de aproximadamente 170 páginas, assinado por três promotores de Justiça. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos durante a investigação não comprovaram a versão inicial de agressão atribuída a adolescentes.
Perícias e análises técnicas realizadas ao longo do processo também não indicaram evidências suficientes para responsabilização criminal.
Caso seguirá sob sigilo
Mesmo com o arquivamento, o processo segue em grau elevado de sigilo judicial devido à natureza das investigações e ao envolvimento de menores de idade no caso. O Ministério Público também já havia informado anteriormente que investigaria possíveis disseminações de informações falsas relacionadas ao episódio e eventuais lucros obtidos com publicações nas redes sociais.
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