Lula fala da candidatura de Flávio Bolsonaro e afirma que direita perderá eleições 2026
Petista diz que excesso de nomes no campo adversário revela falta de unidade.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 11, que a direita perderá as eleições de 2026. Em entrevista à rede mineira TV Alterosa, Lula voltou a dizer que o próximo ano será “o ano da verdade” e citou indicadores da economia – como inflação, massa salarial, desemprego e salário mínimo – para justificar o que considera seu favoritismo na disputa presidencial.
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Questionado sobre a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que anunciou o seu nome para a corrida ao Planalto na semana passada, Lula disse que não escolhe adversários, mas avaliou que a direita sairá derrotada pela diversidade de nomes cogitados para enfrentá-lo.
“Eu vejo toda hora: Ronaldo Caiado; Tarcísio de Freitas; Romeu Zema; Ratinho Júnior; Flávio, Michelle e Eduardo Bolsonaro. Quem inventa muito nome é porque não tem nenhum. Eles estão em dúvida porque sabem de uma coisa: eles perderão as eleições em 2026”, afirmou o presidente.
Ao comentar especificamente sobre Romeu Zema (Novo), Lula disse que o governador de Minas Gerais passou oito anos sem pagar dívidas e terá de cumprir as obrigações previstas no Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).
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“No Propag, a gente está obrigando o governador – aquela parte que ele vai ter de redução de juros – a parar de comer banana com casca e investir em cursos profissionalizantes para formar a juventude de Minas Gerais”, disse Lula.
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A referência foi ao vídeo em que Zema aparece comendo uma banana com casca, em tom de provocação ao cenário de alta dos preços dos alimentos e à política econômica federal.
O presidente também afirmou que Zema “faz política pela internet e conta a mentira que quer”, acrescentando que esse tipo de postura não funciona na “hora da verdade”. “Se o Zema é candidato a presidente, ano que vem é a hora da verdade”, concluiu.
Procurada, a Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom) do Governo de Minas disse que não comenta entrevistas ou declarações.
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