Lula pede a Trump extradição de empresário ligado à maior dívida de ICMS do país
Presidente afirma que combate ao crime depende de cooperação internacional.
- Foto: PR
Resumo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que solicitou ao presidente Donald Trump a extradição de brasileiros foragidos, destacando o empresário Ricardo Magro, investigado por um esquema que teria causado prejuízo bilionário aos cofres públicos.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Notícias do Brasil – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou que pediu ao líder norte-americano Donald Trump a colaboração dos Estados Unidos na entrega de brasileiros investigados pela Justiça. Entre os nomes citados, está o empresário Ricardo Magro, apontado como peça central em um dos maiores esquemas de sonegação fiscal do país.
Leia mais: Petróleo dispara e atinge US$ 111 após discurso de Trump
Pedido por telefone
Segundo Lula, o pedido foi feito durante uma conversa telefônica entre os dois chefes de Estado, em dezembro, quando discutiram estratégias de enfrentamento ao crime organizado. O presidente brasileiro afirmou que o país está disposto a atuar de forma conjunta, mas cobrou reciprocidade.
Magro é controlador do Grupo Refit, empresa apontada como a maior devedora contumaz de ICMS em São Paulo. A companhia foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2025, que investiga um esquema que pode ter causado prejuízos de até R$ 26 bilhões aos cofres públicos.
As apurações indicam que o empresário teria utilizado uma rede de empresas para fraudar o recolhimento de impostos, além de práticas como lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Parte das transações investigadas envolveria o uso de companhias registradas em nome de familiares.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Apesar das ações policiais, não houve mandados de prisão na ocasião. Atualmente, Magro reside em Miami, nos Estados Unidos, o que dificulta a atuação direta das autoridades brasileiras.
PEC da Segurança
Durante a entrevista, Lula também voltou a defender a chamada PEC da Segurança, proposta que tramita no Senado e busca ampliar a atuação da União no combate à criminalidade. O texto prevê a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e estabelece medidas mais rígidas contra lideranças criminosas.
Entre os pontos defendidos pelo governo está a possibilidade de criação de um Ministério da Segurança Pública, com maior coordenação nacional das políticas na área. Segundo o presidente, a mudança permitiria uma atuação mais efetiva do governo federal, que hoje tem papel limitado principalmente ao repasse de recursos.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






