‘Maníaco do Parque’ diz que pretende mudar de nome após sair da cadeia em breve
Condenado por crimes brutais, Francisco de Assis Pereira planeja recomeço após cumprir pena máxima de 30 anos.

Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – Francisco de Assis Pereira, conhecido nacionalmente como o ‘Maníaco do Parque’, tem previsão de deixar a prisão em 2028, após cumprir o período máximo de reclusão permitido pela legislação brasileira, que é de 30 anos. Em entrevista concedida à psicóloga forense luso-brasileira Simone Lopes Bravo, o ex-entregador de encomendas declarou que pretende mudar de nome quando obtiver a liberdade.
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Condenado a 280 anos de prisão por ter violentado e assassinado nove mulheres na capital paulista durante os anos 1990, Francisco de Assis aterrorizou São Paulo com uma série de crimes que chocaram o país. Sua atuação ficou marcada pela violência extrema e pela forma cruel como escolhia suas vítimas, geralmente mulheres que caminhavam por parques da cidade — fato que lhe rendeu o apelido ‘Maníaco do Parque’.
Entre 1997 e 1998, ele sequestrava, agredia e assassinava mulheres em áreas públicas, levando medo e insegurança à população. O caso ganhou enorme repercussão na mídia e levou a uma grande mobilização das forças policiais para capturar o criminoso. Após sua prisão, em 1998, foi condenado por múltiplos crimes que somavam uma pena de 280 anos, mas cumprirá, conforme a legislação vigente, o máximo de 30 anos de reclusão.
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Atualmente, Francisco de Assis cumpre pena na Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo, em isolamento na cela 59 do Pavilhão 3, ao lado de outros seis detentos condenados por crimes sexuais. Ele enfrenta problemas de saúde, incluindo excesso de peso e uma doença genética conhecida como amelogênese imperfeita, que causou a perda de todos os seus dentes.
Durante a entrevista, Pereira afirmou à psicóloga: “Sou um novo homem. Aquele Francisco não existe mais.” Contudo, ele será libertado sem passar por fases intermediárias do sistema penitenciário, incluindo exames psicológicos que avaliam o risco de reincidência — o que gera preocupações em especialistas e na sociedade.
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