Mendonça manda apreender passaporte de publicitário investigado no Caso Banco Master
Ministro do STF atendeu pedido da Polícia Federal, que apontou risco de fuga de Thiago Miranda.
- O ministro André Mendonça, relator no STF do Caso Banco Master, determinou a apreensão do passaporte de Thiago Miranda e proibiu sua saída do Brasil.
- A decisão atendeu pedido da Polícia Federal por risco concreto de fuga, citando viagem internacional marcada, além de fatores como troca frequente de celulares e mudanças nas atividades profissionais do investigado.
- A PF investiga suspeita de atuação de uma rede de influenciadores para desgastar a credibilidade do Banco Central durante a compra do Banco Master pelo BRB, com suposto aval de Daniel Vorcaro, e também apura o “Projeto DV” (incluindo um documentário e suposto levantamento de dados privados).
- A defesa afirma que ele colabora e nega irregularidades, critica vazamento e diz que soube da decisão pela imprensa; o inquérito segue e novas medidas podem levar à prisão preventiva se houver descumprimento.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reproução
Notícias do Brasil – O ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao Caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a apreensão do passaporte do publicitário Thiago Miranda e proibiu sua saída do Brasil.
A decisão atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que apontou a existência de risco concreto de fuga do investigado.
Além da retenção do documento, o ministro proibiu a emissão de um novo passaporte e advertiu que o descumprimento da medida poderá resultar na decretação da prisão preventiva.
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O que a Polícia Federal investiga
Segundo a investigação, Thiago Miranda é suspeito de coordenar uma rede de influenciadores digitais que teria atuado nas redes sociais para desgastar a credibilidade do Banco Central.
De acordo com a PF, a suposta estratégia teria ocorrido durante as negociações para a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Os investigadores afirmam que o plano teria contado com o aval do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Até o momento, as acusações fazem parte da investigação e ainda não houve julgamento sobre o mérito dos fatos.
Por que a PF apontou risco de fuga
No pedido encaminhado ao STF, a Polícia Federal informou que Thiago Miranda possuía uma viagem marcada para Miami, nos Estados Unidos, na próxima segunda-feira (13).
Além da viagem internacional, os investigadores citaram outros elementos que, na avaliação da corporação, reforçam o risco de fuga:
- Trocas frequentes de aparelhos celulares;
- Encerramento das atividades da agência de comunicação do investigado;
- Cancelamento de uma viagem ao Rio de Janeiro na véspera da operação de busca e apreensão;
- Movimentações consideradas incompatíveis com a continuidade das investigações.
Esses fatores fundamentaram o pedido de medidas cautelares aceito pelo ministro André Mendonça.
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O que é o chamado “Projeto DV”
A investigação também menciona um contrato firmado entre Thiago Miranda e Daniel Vorcaro para a produção de um documentário sobre o chamado “Caso Banco Master”. Segundo a Polícia Federal, o projeto seria um desdobramento do denominado “Projeto DV”, descrito pelos investigadores como uma estratégia voltada à reconstrução da imagem do banco.
A PF também apura a suspeita de que o plano teria incluído o levantamento de informações privadas de jornalistas considerados críticos ao grupo financeiro.
Essas hipóteses ainda são objeto de investigação.
O que diz a defesa de Thiago Miranda
Em nota, a defesa do publicitário afirmou que ele colabora com todas as investigações e negou qualquer prática irregular. Os advogados também criticaram o vazamento de informações sigilosas, alegando que Thiago Miranda tomou conhecimento da decisão judicial por meio da imprensa antes de ser oficialmente intimado.
Segundo a defesa, o episódio causa “profunda perplexidade” e representa uma violação ao devido processo legal.
O que acontece agora
Com a decisão do STF, Thiago Miranda permanece impedido de deixar o território nacional enquanto as medidas cautelares estiverem em vigor.
O inquérito conduzido pela Polícia Federal segue em andamento e deverá reunir novos elementos antes de eventual oferecimento de denúncia pelo Ministério Público.
Contexto
O Caso Banco Master ganhou repercussão nacional por envolver investigações sobre possíveis tentativas de influenciar o debate público durante negociações financeiras de grande impacto. Nesta fase do processo, as medidas determinadas pelo STF têm caráter cautelar e não representam condenação. A responsabilidade criminal dos investigados somente poderá ser definida após a conclusão das investigações e eventual julgamento pela Justiça.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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