Ministério Público aponta PMs e membros do PCC como responsáveis pela morte de Gritzbach
A denúncia foi baseada no relatório final da Polícia Civil.
- Foto: Divulgação
Notícias do Brasil – O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou seis pessoas, incluindo três policiais militares, pelo assassinato do corretor de imóveis Vinícius Gritzbach, morto em 8 de novembro de 2024, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Gritzbach, inimigo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), foi executado com tiros de fuzil.
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A denúncia foi baseada no relatório final da Polícia Civil, apresentado na última sexta-feira (14). Os policiais militares Denis Martins, Ruan Rodrigues e Fernando Genauro são acusados de serem os executores do crime. Kauê do Amaral Coelho, conhecido como olheiro, e Emílio Gangorra Neto, o Cigarreiro, junto a Diego Santos Amaral, o Didi, são apontados como os mandantes.
A motivação para o assassinato seria vingança por três eventos: a morte do líder do PCC, Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, em 2021, atribuída a Gritzbach, um desvio em investimentos da facção em criptomoedas, e o acordo de delação premiada que o corretor firmou com o MP-SP.
Os acusados foram denunciados por homicídio qualificado, com agravantes de motivo torpe, uso de arma de fogo e emboscada. A investigação também revelou que, após o assassinato, membros do PCC celebraram o sucesso da “missão”, realizando uma festa em uma comunidade dominada pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro.
O caso segue sendo investigado, com o MPSP tomando as ações necessárias para a responsabilização dos envolvidos.
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