Ministros do STF criticam inclusão de conversas pessoais no relatório da PF que indiciou Bolsonaro e Eduardo
As conversas em questão foram extraídas de diálogos entre Bolsonaro e Eduardo, além de troca de mensagens com o pastor Silas Malafaia.
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Notícias do Brasil – Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram com críticas ao relatório da Polícia Federal (PF) utilizado para indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação nas investigações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. A denúncia inclui conversas pessoais entre pai e filho, o que foi considerado “inocorrente” do ponto de vista processual.
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Um magistrado da Corte declarou que a inclusão dessas conversas pessoais — extraídas por meio da apreensão do celular de Bolsonaro — seria um “elemento desnecessário que não era objeto do inquérito”. Outro integrante do STF acrescentou que tal inclusão reforça a impressão de haver uma tentativa de criar um “fato político” visando prejudicar a imagem dos investigados, o que, segundo ele, compromete a integridade da investigação.
As conversas em questão foram extraídas de diálogos entre Bolsonaro e Eduardo, além de troca de mensagens com o pastor Silas Malafaia. Essas conversas não teriam relação direta com a fundamentação jurídica do indiciamento, o que alimenta críticas internas ao procedimento adotado pela Polícia Federal.
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