MP aponta que conselheira do TCE-PB foi funcionária fantasma por 11 anos
Relatório indica pagamento sem comprovação de trabalho.
- Foto: divulgação
Resumo
O Ministério Público da Paraíba aponta que a conselheira Alanna Galdino teria recebido salários por mais de uma década sem exercer suas funções no governo estadual. O caso pode resultar na anulação de sua nomeação ao Tribunal de Contas.
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Notícias do Brasil – Um relatório do Ministério Público da Paraíba levanta suspeitas de que a conselheira Alanna Galdino teria atuado como “funcionária fantasma” no governo da Paraíba por mais de 11 anos.
Segundo o documento, ela teria recebido remuneração pública sem comprovação de atividades no cargo exercido na administração estadual.
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Valores pagos ultrapassam R$ 600 mil, aponta investigação
De acordo com o relatório, Alanna teria recebido cerca de R$ 646,9 mil durante o período em que estava formalmente vinculada à Secretaria de Planejamento do estado.
As apurações indicam que, enquanto deveria cumprir expediente em João Pessoa, ela cursava medicina em período integral em outra cidade, o que levantou dúvidas sobre a prestação de serviço.
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Auditoria não encontrou registros de atuação funcional
O documento cita ainda que não foram encontrados registros administrativos que comprovem a atuação da conselheira. Sistemas internos, acessos e cadastros não apresentaram indícios de atividade profissional vinculada ao cargo.
Depoimentos de servidores da secretaria também indicam que não havia contato profissional com a então servidora durante o período analisado.
Nomeação ao Tribunal de Contas é questionada
Atualmente integrante do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, Alanna foi indicada ao cargo em 2025 pelo governador João Azevêdo.
O relatório do MP sustenta que a situação pode comprometer os requisitos de idoneidade exigidos para o cargo e pede a anulação da nomeação.
MP pede devolução de valores e perda do cargo
Na ação apresentada, o Ministério Público solicita não apenas a saída da conselheira do cargo, mas também a devolução dos valores recebidos durante o período investigado, incluindo salários no governo estadual e no tribunal.
Até o momento, a defesa de Alanna Galdino não se manifestou publicamente sobre o caso.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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