Mulher que acusou Gabriel Monteiro de abuso volta atrás e afirma que as acusações eram falsas
Ex-vereador do Rio afirma que denunciante se retratou judicialmente; caso ainda não tem confirmação oficial das autoridades

FOTO: Reprodução
Resumo:
Gabriel Monteiro afirma que acusadora voltou atrás e mentiu sobre denúncias, incluindo estupro. Ex-vereador diz ter perdido quase quatro anos de vida, mas não há confirmação oficial da Justiça.
Notícias do Brasil – O ex-vereador do Rio de Janeiro, Gabriel Monteiro, voltou ao centro das atenções após publicar um vídeo nas redes sociais em que afirma que a mulher responsável por denunciá-lo teria admitido, na Justiça, que mentiu.
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No pronunciamento, que classificou como “o mais importante” de sua vida, Monteiro declarou que a suposta vítima teria firmado um acordo judicial se retratando integralmente das acusações.
“Eu passei dois anos e meio preso e estou há mais de um ano com tornozeleira eletrônica. São quase quatro anos da minha vida perdidos”, afirmou.
Leia também: Ex-vereador Gabriel Monteiro deixa prisão após 2 anos e 4 meses
Alegações e falta de confirmação
Segundo Monteiro, as denúncias incluíam crimes graves, como estupro, lesão corporal e infrações relacionadas à lei de drogas — acusações que, segundo ele, resultaram em sua prisão e prejudicaram sua reputação.
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O ex-parlamentar também alegou que a denunciante teria feito o acordo para evitar possíveis punições legais e afirmou ainda que outras pessoas teriam procurado autoridades para rever depoimentos.
Até o momento, no entanto, não há confirmação oficial por parte do Judiciário ou do Ministério Público sobre a existência ou os termos desse suposto acordo.
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Caso segue sob análise
O caso ganhou repercussão nacional em 2022, quando vieram à tona denúncias de abuso sexual e outras irregularidades. Na época, Gabriel Monteiro teve o mandato cassado pela Câmara Municipal do Rio e passou a responder judicialmente.
Especialistas em direito apontam que, mesmo em casos de retratação, investigações envolvendo crimes graves podem continuar, independentemente da vontade das partes.
A nova declaração reacende o debate sobre denúncias públicas, a apuração judicial e os impactos tanto para acusados quanto para denunciantes.
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