Mulher que morreu após cair de 2º andar de academia não foi empurrada por outra pessoa, diz delegado
A estrutura cedeu e Denise de Oliveira caiu de uma altura de cerca de 10 metros.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – Na cidade de Caxias do Sul, na região da Serra do RS, um trágico acontecimento chocou a comunidade local. Denise de Oliveira, de 45 anos, faleceu após um incidente dramático na academia onde treinava. Denise caiu da janela do segundo andar do estabelecimento, resultando em uma queda de aproximadamente 10 metros. O acidente ocorreu no dia 19 e desde então, as investigações estão em curso para esclarecer a dinâmica e a causa do incidente.
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Em um infeliz desequilíbrio, enquanto utilizava um aparelho chamado graviton, que demanda o uso do peso do próprio corpo, Denise se desestabilizou e colidiu com um vidro. A estrutura não suportou e cedeu, ocasionando sua queda fatal. Após o acidente, Denise ficou presa pelo pé na grade localizada entre o prédio e a rua, necessitando que o Corpo de Bombeiros cortasse as hastes de ferro para liberá-la.
Investigações em Andamento
De acordo com o delegado Edinei Albarello, que está à frente da investigação, a hipótese de que Denise poderia ter sido empurrada foi completamente descartada. Atualmente, a natureza exata do desequilíbrio que levou à queda ainda não está clara, sendo consideradas possibilidades como um mal súbito entre outras. Os resultados dos laudos periciais são aguardados para fornecer mais esclarecimentos sobre o incidente.
O dono da academia e o instrutor que estava presente durante o evento foram ouvidos pelo delegado. De acordo com o Conselho Regional de Educação Física, o estabelecimento estava devidamente regularizado e possuía autorização para funcionar. O Corpo de Bombeiros, após vistoria no local, não encontrou irregularidades relacionadas ao Plano de Proteção Contra Incêndios, que, no momento, está em fase de renovação.
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Quem Era Denise Oliveira
Denise era uma figura querida em sua comunidade, trabalhava como tecelã em uma fábrica local e tinha uma relação muito próxima com sua família. Ela tinha ajudado a criar seu sobrinho, Guilherme Oliveira, que a descreve como a “pessoa mais especial do mundo”. Ele ressalta o profundo impacto que ela teve em sua vida desde que ele tinha apenas seis meses de idade. A perda repentina de Denise deixou a família e amigos em profundo luto, destacando a tragédia de sua partida inesperada.
Após uma breve suspensão das atividades, a academia onde ocorreu o acidente foi reaberta. A comunidade local e os frequentadores do espaço aguardam ansiosamente por respostas definitivas que apenas os laudos periciais poderão fornecer. O incidente serve como um doloroso lembrete dos possíveis perigos presentes em espaços recreativos e a importância de revisões constantes das condições estruturais de tais locais.
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