Nikolas questiona custo de cruzeiros da COP30 e compara com realidade dos estados
Assim como Flávio Bolsonaro, o parlamentar concentrou suas críticas no valor gasto, sem abordar detalhes sobre a intermediação contratual.
- Foto: Câmara dos Deputados
Resumo
O deputado federal Nikolas Ferreira criticou gastos do governo federal com o aluguel de cruzeiros para a COP30, seguindo posicionamento semelhante ao do senador Flávio Bolsonaro. As declarações focaram no valor do contrato, estimado em mais de R$ 350 milhões.
O deputado federal Nikolas Ferreira intensificou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a divulgação de gastos com o aluguel de navios de cruzeiro para a COP30, em Belém. O posicionamento segue a mesma linha adotada pelo senador Flávio Bolsonaro, que também questionou os valores envolvidos.
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Críticas ao custo dos cruzeiros
Nas redes sociais, Nikolas destacou o montante de R$ 350,2 milhões destinados à contratação das embarcações, utilizadas como hospedagem para delegações internacionais durante o evento climático.
O deputado comparou o valor com problemas estruturais enfrentados por estados brasileiros, citando dificuldades enfrentadas por populações em regiões como o Maranhão.
Em sua publicação, Nikolas utilizou tom crítico ao afirmar que há desequilíbrio na aplicação de recursos públicos. A manifestação reforça o uso das redes sociais como ferramenta de pressão política e mobilização de apoiadores.
Assim como Flávio Bolsonaro, o parlamentar concentrou suas críticas no valor gasto, sem abordar detalhes sobre a intermediação contratual.
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Contratação dos serviços
De acordo com informações divulgadas, o aluguel dos navios foi realizado pela Secretaria Especial da COP30, vinculada à Casa Civil, por meio da Embratur.
A contratação foi intermediada pela empresa Qualitours, responsável por viabilizar o acordo com operadoras como MSC Cruzeiros e Costa Cruzeiros.
Ligações empresariais
A Qualitours integra a holding BeFly, criada pelo empresário Marcelo Cohen. A empresa mantém conexões com negócios ligados ao setor financeiro e turístico, incluindo parcerias com investidores do mercado.
Apesar dessas relações, as críticas feitas por parlamentares da oposição se concentraram principalmente no volume de recursos públicos empregados na operação.
O caso reacende discussões sobre prioridades orçamentárias e transparência em contratos relacionados a grandes eventos internacionais. A COP30, prevista para ocorrer em Belém, deve mobilizar investimentos significativos em infraestrutura e logística.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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