Operação policial impede saque de R$ 250 mil ligado a investigação sobre tráfico
Ação conjunta das polícias do Amapá e do Pará impediu saque de alto valor e apreendeu materiais que podem ajudar a esclarecer o esquema investigado.

Foto: © Polícia Federal/divulgação
Resumo
Uma operação conjunta das polícias civis do Amapá e do Pará impediu a retirada de R$ 250 mil de uma conta bancária investigada por suposta ligação com o tráfico de drogas. A ação faz parte da Operação Rastro, que apura a movimentação financeira de uma empresa suspeita de ser utilizada por uma facção criminosa para ocultar e movimentar recursos ilícitos. Além do bloqueio do valor, celulares e documentos foram apreendidos durante as diligências.
Notícias do Amapá – Uma ação integrada entre a Polícia Civil do Amapá (PCAP) e a Polícia Civil do Pará (PCPA) resultou na interrupção de uma tentativa de saque de R$ 250 mil em uma agência bancária localizada no município de Tomé-Açu, no nordeste paraense.
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O valor estava vinculado a uma conta bancária monitorada pelas autoridades desde 2025. Segundo as investigações, a movimentação financeira estaria relacionada a uma empresa suspeita de ser utilizada por integrantes de uma organização criminosa para movimentar recursos provenientes do tráfico de drogas.
Operação teve foco no rastreamento financeiro
Batizada de Operação Rastro, a ação foi desenvolvida com base em análises financeiras e informações de inteligência policial. O objetivo é identificar a origem dos recursos e compreender a estrutura utilizada para movimentação de valores considerados suspeitos.
De acordo com os investigadores, a empresa já vinha sendo acompanhada há vários meses devido ao volume de movimentações financeiras consideradas incompatíveis com suas atividades declaradas.
Dinheiro seria retirado em agência bancária
As equipes policiais atuaram para impedir a retirada do montante em espécie, evitando que o dinheiro deixasse o sistema financeiro antes da conclusão das investigações.
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A ação ocorreu em uma agência localizada em Tomé-Açu e contou com o apoio de agentes especializados no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro.
Celulares e documentos foram apreendidos
Além da retenção dos recursos, os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão. Durante as diligências, foram recolhidos aparelhos celulares e documentos que agora passarão por análise pericial.
Os materiais apreendidos poderão auxiliar no mapeamento da movimentação financeira e na identificação de possíveis envolvidos no esquema investigado.
Mais de 50 depósitos já haviam sido identificados
Segundo informações da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), os investigadores identificaram mais de 50 depósitos em dinheiro vivo realizados na mesma conta bancária antes da tentativa de saque.
As autoridades informaram que as investigações continuam para aprofundar o rastreamento dos recursos, identificar eventuais beneficiários e confirmar a participação dos envolvidos nas atividades criminosas apuradas.
O nome da operação faz referência justamente ao trabalho de inteligência realizado para acompanhar o percurso do dinheiro e identificar a origem e o destino dos valores investigados.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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