Oruam é considerado foragido após novo mandado de prisão
Cantor responde por tentativa de homicídio qualificado e descumprimento de tornozeleira eletrônica.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Após a Justiça decretar nova prisão, o rapper Oruam é considerado foragido no Rio de Janeiro por descumprimento de medidas cautelares e desligamento da tornozeleira eletrônica, com polícia em buscas por seu paradeiro.
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Notícias do Brasil – O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, passou a ser oficialmente considerado foragido da Justiça após a 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro decretar sua prisão preventiva nesta terça-feira (3). A decisão foi tomada depois que ele descumpriu medidas cautelares impostas durante ação penal que apura tentativa de homicídio qualificado, entre outros crimes.
Nova prisão após descumprimento de tornozeleira
Oruam estava em liberdade condicional utilizando tornozeleira eletrônica por força de uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No entanto, a liminar foi revogada após a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) comunicar à Justiça que o equipamento vinha sendo repetidamente violado e que o dispositivo estava desligado desde o último domingo (1º). Relatórios apontam 66 violações às condições de monitoramento, incluindo longos períodos com a tornozeleira descarregada.
Diante do histórico de descumprimentos, o Ministério Público solicitou prisão preventiva, e a juíza Tula Corrêa de Mello entendeu que as medidas alternativas já não eram suficientes para garantir a ordem pública e a eficácia do processo penal, determinando a novamente a prisão de Oruam.
Polícia tenta cumprir mandado
Equipes da Polícia Civil saíram para cumprir o mandado de prisão no endereço informado pelo rapper, na Freguesia, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mas não encontraram Oruam no local até o momento. As diligências seguem em andamento, sem informações oficiais sobre apresentação espontânea ou detenção do artista.
Acusações no processo
Oruam responde a uma ação penal que inclui tentativa de homicídio qualificado contra dois agentes da Polícia Civil, resultado de um episódio em que ele e outros envolvidos teriam arremessado pedras de grande porte contra policiais durante uma operação em julho de 2025.
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O cantor também já esteve preso em 2025 por diversos crimes, incluindo tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, dano e lesão corporal, e foi solto após decisão do STJ que lhe permitiu responder em liberdade monitorada por tornozeleira eletrônica até agora.
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