Pastor aproveitou ida de esposa e filho à igreja para estuprar sogra de 91 anos
Idosa acamada era monitorada por câmeras instaladas no quarto. Crime foi descoberto pelo próprio filho do suspeito após analisar as imagens.

FOTO: Reprodução
Resumo
O que aconteceu? Um pastor de 61 anos foi preso suspeito de estuprar a sogra de 91 anos, em Registro (SP).
Como o crime foi descoberto? O filho do suspeito viu imagens gravadas pela câmera instalada no quarto da idosa e denunciou o caso à polícia.
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Quem é a vítima? Uma idosa de 91 anos, acamada e que recebia cuidados permanentes da família.
O caso segue sendo investigado? Sim. A Polícia Civil apura se o suspeito cometeu outros abusos contra a vítima.
Notícias do Brasil – Um pastor e funcionário público, identificado como Dario da Conceição, de 61 anos, foi preso suspeito de estuprar a própria sogra, uma idosa de 91 anos, no município de Registro, no interior de São Paulo.
Segundo a investigação, o crime ocorreu enquanto a esposa e o filho do suspeito participavam de um culto religioso. A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.
Como o crime foi descoberto?
De acordo com a Polícia Civil, a família havia instalado uma câmera no quarto da idosa, que é acamada, para acompanhar sua rotina e auxiliar nos cuidados diários.
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Após a enfermeira perceber uma falha no equipamento, o filho do suspeito verificou as gravações para identificar o problema e encontrou imagens que mostrariam o abuso sexual contra a avó.
Em seguida, ele procurou a delegacia e entregou o material às autoridades.
Suspeito tentou impedir gravação
As investigações apontam que o pastor teria desligado a internet da residência, acreditando que isso impediria o funcionamento da câmera.
No entanto, segundo a polícia, as imagens continuaram sendo armazenadas na nuvem e puderam ser recuperadas posteriormente, permitindo que o crime fosse identificado.
Polícia investiga outros possíveis casos
O suspeito foi preso no último dia 23 de junho, na Vila Romão, em Registro.
A Polícia Civil investiga se os abusos ocorreram em outras ocasiões, já que o pastor morava na mesma residência da vítima, junto com a esposa e o filho.
Até a publicação desta reportagem, a Assembleia de Deus, igreja mencionada no caso, e a Prefeitura de Registro, onde o suspeito atua como servidor público, não haviam se manifestado.
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