PF intensifica investigações sobre incêndios no Brasil
Brasil tem enfrentado um aumento significativo de focos de incêndio na Amazônia.
- Foto: Divulgação Governo de São Paulo
A Polícia Federal está intensificando suas investigações devido ao crescente número de incêndios florestais no Brasil, que afetam principalmente a Amazônia, o Pantanal e o estado de São Paulo. Atualmente, a corporação tem 32 investigações em andamento para apurar possíveis ações criminosas por trás dos focos de incêndio.
PUBLICIDADE
As investigações, que começaram entre 2023 e 2024, focam em incêndios nos biomas Amazônia e Pantanal, além de dois inquéritos específicos em São Paulo. A PF utiliza imagens de satélite e tecnologia avançada para monitorar e identificar as origens dos incêndios, enviando peritos especializados aos locais afetados.
A nova Diretoria Amazônia e Meio Ambiente, criada para reforçar a atuação da PF no combate a crimes ambientais, está coordenando os esforços. A PF busca não apenas os responsáveis diretos, mas também os mandantes dos incêndios, correlacionando os crimes ambientais a outras atividades ilícitas.
O governo federal, diante do número elevado de incêndios, aponta para a possibilidade de ação criminosa. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, descreveu a situação como uma “guerra contra o fogo e contra a criminalidade”, refletindo a gravidade da crise.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o Brasil registrou mais de 109 mil focos de incêndio neste ano, com mais de 51 mil ocorrendo apenas em agosto. A maior parte dos incêndios está concentrada na Amazônia (50%) e no Cerrado (28%), reforçando a necessidade urgente de ação e investigação.
Redação AM POST
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






