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PF mira publicitário ligado a investimento de R$ 62 milhões em filme sobre Bolsonaro

Thiago Miranda é o principal alvo da 10ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suposta ação coordenada para atacar a credibilidade do Banco Central.

Por Beatriz Silveira

09/07/2026 às 15:42 - Atualizado em 14/07/2026 às 10:29

Foto de Luis Nova, publicitário Thiago Miranda e a Operação Compliance Zero

Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles

Resumo

  • Principal alvo: Publicitário Thiago Miranda, fundador da agência Mithi.
  • Operação: Polícia Federal deflagrou a 10ª fase da Compliance Zero.
  • Investigação: PF apura suposta atuação coordenada para comprometer a credibilidade do Banco Central.
  • Filme de Bolsonaro: Miranda intermediou negociação que levou Daniel Vorcaro a investir R$ 62 milhões em “Dark Horse”.

Notícias do Brasil – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (9), a 10ª fase da Operação Compliance Zero.

O publicitário Thiago Miranda é apontado como o principal alvo da ação.

Segundo a PF, a investigação apura uma suposta atuação coordenada em redes sociais destinada a comprometer a credibilidade do Banco Central do Brasil.

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Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), policiais cumprem dois mandados de busca e apreensão em Brasília.

Quem é Thiago Miranda, alvo da Operação Compliance Zero?

Thiago Miranda é publicitário e fundador da agência Mithi.

Ele também intermediou a negociação que levou o empresário Daniel Vorcaro a investir R$ 62 milhões no filme “Dark Horse”, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Miranda aparece como principal alvo da nova fase da investigação conduzida pela Polícia Federal.

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Até o momento, a PF não divulgou detalhes sobre materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados.

O que a PF investiga na 10ª fase da Compliance Zero?

Segundo a Polícia Federal, as investigações apuram a possível existência de uma organização criminosa.

O grupo é suspeito de diferentes ações, entre elas:

  • intimidar jornalistas;
  • monitorar ilegalmente pessoas ligadas a autoridades públicas;
  • obter informações sigilosas de forma indevida;
  • adotar medidas para interferir em investigações criminais;
  • atuar de forma coordenada nas redes sociais contra a credibilidade do Banco Central.

A PF busca esclarecer como o grupo estaria organizado e identificar todos os possíveis envolvidos.

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A operação investiga ataques ao Banco Central?

Sim.

Uma das linhas de investigação é a suspeita de uma atuação coordenada em redes sociais para comprometer a credibilidade do Banco Central do Brasil.

A Polícia Federal ainda investiga quem teria participado da estratégia e como as ações teriam sido executadas.

A apuração sobre campanhas coordenadas em redes sociais ganha relevância por envolver suspeitas de ataques à credibilidade de uma instituição responsável por decisões que afetam juros, inflação e o sistema financeiro brasileiro.

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Quais crimes são investigados pela Polícia Federal?

De acordo com a corporação, os fatos investigados podem configurar diferentes crimes.

Entre as possíveis infrações estão:

  • crimes contra o sistema financeiro nacional;
  • organização criminosa;
  • embaraço à investigação de organização criminosa;
  • violação de dados;
  • violação de dispositivos informáticos.

Outras infrações também podem ser identificadas durante o avanço das investigações.

O que acontece agora na Operação Compliance Zero?

A Polícia Federal informou que as investigações continuam. Os agentes buscam esclarecer a atuação do grupo investigado e identificar todos os envolvidos.

Os materiais recolhidos durante os mandados de busca e apreensão deverão ser analisados pelos investigadores. A 10ª fase da Operação Compliance Zero segue sob investigação da Polícia Federal.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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