PF pede terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência
Filho mais velho do presidente Lula já é alvo de outras duas investigações autorizadas pelo STF; defesa nega irregularidades.
- A Polícia Federal pediu ao STF a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), com suspeitas de tráfico de influência em favor de empresas ligadas a ele.
- O pedido será distribuído a um ministro do STF, que decidirá se autoriza ou não a nova investigação.
- Lulinha já é alvo de dois inquéritos autorizados por André Mendonça: um sobre possíveis irregularidades no Ministério da Saúde e na regulamentação de produtos à base de cannabis, e outro sobre contratos da empresa 3Structure IT Ltda. com o governo federal.
- A defesa contesta as acusações, dizendo que não há fundamento jurídico, e o caso segue para análise do STF.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Danilo M. Yoshioka
Notícias do Brasil – A Polícia Federal (PF) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito para investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O novo pedido envolve suspeitas de tráfico de influência em favor de empresas ligadas ao empresário.
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O requerimento foi encaminhado ao STF e deverá ser distribuído a um ministro da Corte, que decidirá se autoriza ou não a abertura da investigação.
Lulinha já é alvo de outras duas investigações
Na semana passada, o ministro André Mendonça autorizou a abertura de outros dois inquéritos contra Lulinha. Um deles apura supostas irregularidades envolvendo o Ministério da Saúde e a regulamentação de produtos à base de cannabis.
O segundo investiga contratos firmados pela empresa 3Structure IT Ltda., que mantém acordos milionários com o governo federal. As investigações buscam esclarecer se houve favorecimento ou eventual prática de crimes relacionados aos contratos.
Até o momento, a abertura dos inquéritos não representa condenação ou reconhecimento de culpa, tratando-se de procedimentos destinados à apuração dos fatos.
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Defesa afirma que acusações não têm fundamento
Em nota, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva criticou a nova iniciativa da Polícia Federal e classificou as investigações como uma tentativa de “melhor de três”.
Os advogados sustentam que os procedimentos não possuem fundamento jurídico e afirmam que o empresário não praticou qualquer irregularidade.
O caso seguirá sob análise do Supremo Tribunal Federal, que decidirá sobre a abertura da nova investigação.
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