Presidente do SIMERS critica STF por anular sindicância do CFM no caso Bolsonaro e aponta risco à autonomia médica
Segundo Matias, decisões clínicas devem ser tomadas com base em critérios técnicos, científicos e ético.
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Notícias do Brasil – O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), Marcelo Matias, manifestou publicamente preocupação com o que classificou como interferência indevida do Supremo Tribunal Federal (STF) em decisões relacionadas à prática médica. Para o dirigente sindical, eventuais intervenções do Judiciário em condutas adotadas por profissionais de saúde comprometem a autonomia da medicina e a ética que rege a profissão.
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Segundo Matias, decisões clínicas devem ser tomadas com base em critérios técnicos, científicos e éticos, respeitando a formação e a responsabilidade dos médicos. Ele afirmou que a atuação do STF em questões que envolvem condutas médicas abre um precedente perigoso e fragiliza a capacidade da categoria de defender práticas fundamentadas na ética profissional.
“O médico precisa ter segurança para exercer sua função de acordo com a ética e o conhecimento científico. Quando há interferência externa nesse processo, especialmente por parte do Judiciário, a própria medicina fica ameaçada”, destacou o presidente do SIMERS.
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