Professor é preso suspeito de abusar de 244 crianças
Investigações apontam que crimes ocorreram dentro da sala de aula e envolvem vítimas menores de 14 anos.

Foto: Reprodução
Resumo
A matéria aborda a prisão de um professor suspeito de praticar atos libidinosos contra 244 crianças e adolescentes no Maranhão. O texto detalha como a investigação avançou após uma primeira prisão por importunação sexual, o contexto dos crimes dentro da sala de aula, as medidas adotadas pela Polícia Civil e as possíveis consequências judiciais para o investigado.
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Notícias Policiais – Uma operação realizada na quarta-feira (21) pela Polícia Civil do Maranhão resultou na prisão de um professor investigado por atos libidinosos contra 244 crianças e adolescentes. O suspeito foi localizado no município de União, no Piauí, onde residia, e conduzido de volta ao Maranhão para responder judicialmente pelas acusações. Por medida de proteção às vítimas, as autoridades não divulgaram a identidade do investigado nem o nome da instituição de ensino.
Vítimas tinham menos de 14 anos
De acordo com a investigação, todas as vítimas eram alunas do professor e tinham menos de 14 anos de idade, o que caracteriza o crime como estupro de vulnerável. Os abusos teriam ocorrido dentro das salas de aula, no período compreendido entre o ano de 2023 e maio de 2025, conforme informou a Delegacia de Presidente Dutra.
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Investigações avançaram após primeira detenção
O caso ganhou novos desdobramentos após o professor ter sido preso em maio de 2025 por importunação sexual. Na ocasião, ele recebeu liberdade provisória e foi afastado das atividades pedagógicas. Segundo o delegado Wlisses Alves, esse primeiro episódio foi decisivo para que pais, responsáveis e vítimas se sentissem encorajados a registrar denúncias formais. “Após a primeira prisão, aprofundamos as investigações e recebemos um volume massivo de denúncias”, afirmou.
Procedimentos e consequências legais
Embora não haja, até o momento, relatos de conjunção carnal, os atos descritos são considerados crimes graves devido à idade das vítimas. A Polícia Civil solicitou perícia médica em todos os alunos envolvidos para reforçar o inquérito. Caso seja condenado, o professor pode cumprir pena que varia de 10 a 18 anos de reclusão. O suspeito permanece à disposição da Justiça.
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