Publicitário Thiago Miranda anuncia fim da agência Mithi após operação da Polícia Federal
Investigado pela PF no chamado “escândalo Master”, empresário afirma que encerramento da agência ocorre após 10 anos de atuação
- O publicitário Thiago Miranda anunciou o encerramento das atividades da agência Mithi, citando desgaste após 10 anos à frente do negócio e a intenção de tirar um ano sabático.
- Thiago Miranda e a Mithi são investigados pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento no “escândalo Master”, incluindo uso de influenciadores para defender o Banco Master, atacar o Banco Central e jornalistas, e possível obtenção de informações sigilosas.
- O STF determinou a apreensão do passaporte de Thiago Miranda por causa de uma viagem internacional programada.
- As investigações da PF seguem em andamento, com direito ao contraditório, ampla defesa e presunção de inocência até eventual decisão final.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Divulgação
Notícias do Brasil – O publicitário Thiago Miranda anunciou nesta segunda-feira (13) o encerramento das atividades da agência de publicidade Mithi.
Em nota à imprensa, o empresário afirmou que a decisão está relacionada ao desgaste acumulado após uma década à frente da empresa.
PUBLICIDADE
“Estou cansado. Foram 10 anos ininterruptos, vivendo a agência 24 horas por dia, sem parar. Agora, quero aproveitar um ano sabático antes de pensar no meu próximo negócio. Estou bem, feliz e profissionalmente realizado”, declarou.
Por que Thiago Miranda é investigado pela Polícia Federal?
Thiago Miranda e a agência Mithi são investigados pela Polícia Federal por suspeita de participação no chamado “escândalo Master”.
Segundo a investigação, a empresa teria sido utilizada para contratar influenciadores digitais com o objetivo de defender o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro nas redes sociais, além de promover ataques ao Banco Central e a jornalistas.
A PF também apura a suspeita de que Thiago Miranda teria auxiliado na obtenção de informações sigilosas sobre pessoas consideradas adversárias, que posteriormente seriam utilizadas para constrangimento ou desgaste de reputação.
Entre os nomes citados na investigação está Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco.
O que decidiu o STF?
No último sábado (11), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a apreensão do passaporte de Thiago Miranda.
PUBLICIDADE
A medida foi adotada após informações de que o publicitário teria uma viagem internacional programada para os próximos dias.
Até o momento, não houve divulgação de novas decisões relacionadas ao caso.
O que acontece agora?
As investigações conduzidas pela Polícia Federal continuam em andamento.
Nesta fase, as apurações buscam reunir elementos que confirmem ou afastem as suspeitas envolvendo o publicitário e outras pessoas investigadas.
Até eventual condenação definitiva, os investigados têm assegurado o direito ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.
Contexto
O caso ganhou repercussão nacional por envolver uma investigação sobre supostas campanhas coordenadas de influência nas redes sociais e possíveis estratégias de pressão contra instituições financeiras, jornalistas e executivos do setor bancário. O anúncio do encerramento da agência Mithi ocorre poucos dias após a operação da Polícia Federal e amplia a repercussão do caso.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





