Quebra de sigilo aponta que Lulinha transferiu cerca de R$ 700 mil a empresário ligado ao sítio de Atibaia
De acordo com os registros analisados, as transferências somam cerca de R$ 700 mil e foram realizadas por meio de TEDs.
- Foto: Redes Sociais
Resumo
Dados da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, indicam transferências que somam aproximadamente R$ 700 mil para o empresário Jonas Suassuna. Os repasses teriam sido realizados por meio de transferências bancárias mensais entre 2022 e 2025, sem detalhamento público da finalidade.
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Notícias do Brasil – Documentos obtidos a partir da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva apontam que ele realizou repasses financeiros ao empresário Jonas Leite Suassuna Filho.
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De acordo com os registros analisados, as transferências somam cerca de R$ 700 mil e foram realizadas por meio de TEDs. Os pagamentos ocorriam geralmente de forma mensal, com valores em torno de R$ 10 mil. Em alguns períodos, porém, os montantes foram maiores, chegando a R$ 50 mil em determinados meses de 2024.
Relação entre os empresários
Jonas Suassuna é conhecido por ter sido ex-sócio de Lulinha na empresa BR4 Participações. Ele também figurava como um dos proprietários formais do Sítio de Atibaia, imóvel que se tornou alvo de investigações em anos anteriores.
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Na época em que o caso ganhou repercussão pública, em 2016, Suassuna também era apontado como responsável pelo pagamento do aluguel do apartamento onde Lulinha residia.
Movimentação financeira superior a R$ 19 milhões
Os dados analisados fazem parte da quebra de sigilo de uma das contas bancárias de Lulinha. Segundo os registros, o empresário movimentou aproximadamente R$ 19,3 milhões nessa conta ao longo de quatro anos, entre 2022 e 2025.
Os depósitos destinados a Jonas Suassuna foram identificados dentro desse período e ocorreram em uma conta bancária mantida pelo empresário no banco Santander Brasil, em uma agência localizada no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro.
Defesa nega irregularidades
Nos últimos dias, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva afirmou que o empresário não tem qualquer envolvimento com investigações relacionadas a fraudes no sistema previdenciário ou com pessoas investigadas no caso conhecido como “Careca do INSS”.
Os advogados também informaram que Lulinha está disposto a prestar esclarecimentos às autoridades competentes. Como o caso envolve o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eventuais apurações podem tramitar no Supremo Tribunal Federal, considerado o foro adequado para esse tipo de investigação.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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