R$ 25 milhões e mesada de R$ 300 mil: testemunha-chave detona bomba contra Lulinha na PF
Testemunha-chave relata à PF suposto pagamento de R$ 25 milhões e mesada de R$ 300 mil a Lulinha.
- Edson Claro prestou mais de 80 horas de depoimentos à Polícia Federal, afirmando que Lulinha receberia R$ 25 milhões para viabilizar um contrato de ~R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde, além de uma mesada de R$ 300 mil, com evidências como mensagens e planilhas.
- A investigação envolve a Operação Sem Desconto, com PF e CGU avaliando descontos indevidos em benefícios de aposentados estimados em cerca de R$ 6,3 bilhões, e Antunes teriam ameaçado Claro para evitar revelações, versão que gerou prisão preventiva (conforme relatos de 2025) com versão divergente apresentada em 2026.
- Lulinha é alvo de apuração por possíveis relações empresariais, pagamentos relatados e viagens com Antunes, mas ainda não há comprovação de irregularidades; a defesa nega irregularidades.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Arte: AM POST
Notícias do Brasil – Edson Claro, ex-diretor comercial de uma empresa ligada ao Careca do INSS, prestou mais de 80 horas de depoimentos à Polícia Federal e afirmou ter ouvido do empresário que Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), receberia R$ 25 milhões por supostamente viabilizar um contrato de R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde, além de uma mesada de R$ 300 mil.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, Claro entregou aos investigadores materiais como mensagens, planilhas, fotografias e conversas de celular. As declarações passaram a integrar diferentes frentes de investigação relacionadas ao escândalo dos descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
O caso é investigado pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União desde a Operação Sem Desconto. A estimativa inicial divulgada pelas autoridades apontou cerca de R$ 6,3 bilhões em descontos associativos suspeitos no período investigado.
Por que o Careca do INSS teria ameaçado Edson Claro?
De acordo com o relato de Claro, o empresário teria tentado intimidá-lo para impedir que informações sobre seus negócios fossem reveladas.
O ex-executivo afirmou que Antunes chegou a dizer que iria “meter uma bala” em sua cabeça caso ele revelasse o que sabia.
A suposta ameaça foi considerada pelas autoridades entre os fundamentos para a prisão preventiva de Antunes, decretada em setembro de 2025.
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O episódio, porém, possui versões conflitantes. Em 2026, Antunes apresentou à Polícia Civil uma versão diferente e negou ter feito a ameaça de morte. Segundo a defesa, a discussão estaria relacionada à devolução de veículos e a outros interesses empresariais.
O que Edson Claro afirmou sobre Lulinha?
Entre os pontos mais sensíveis dos depoimentos estão as declarações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Claro afirmou ter ouvido de Antunes que Lulinha receberia R$ 25 milhões por supostamente ter ajudado a viabilizar um contrato de aproximadamente R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde, relacionado à venda de testes rápidos para dengue e zika.
A informação aparece também em outras reportagens e documentos relacionados à CPMI do INSS. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, mencionou em seu relatório suposto pagamento de R$ 25 milhões a Lulinha, mas registrou que não estava definida a moeda da operação.
Importante: as acusações são atribuídas ao depoimento de uma testemunha e estão sob investigação. Não significam, por si só, comprovação de que Lulinha tenha recebido os valores ou cometido crime.
Houve também relato de uma suposta mesada de R$ 300 mil?
Edson Claro afirmou que Lulinha receberia uma mesada de R$ 300 mil. Segundo o relato apresentado à PF, os pagamentos teriam relação com pessoas próximas ao empresário e com negócios investigados.
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A existência dessa linha de investigação já foi registrada por veículos como Folha e CNN Brasil. A Folha informou que a PF apura possíveis relações empresariais entre Lulinha e Antunes e menciona o depoimento de Claro sobre a suposta mesada.
A defesa de Lulinha nega irregularidades e sustenta que ele não participou das fraudes investigadas.
Lulinha teria viajado com o Careca do INSS?
Segundo Edson Claro, Lulinha teria viajado com Antunes para Portugal, Alemanha, Suíça e Espanha para tratar de negócios.
As viagens também aparecem no conjunto de informações que passou a ser analisado pelos investigadores.
Uma viagem a Portugal, em particular, já foi objeto de reportagens sobre a relação entre Lulinha e Antunes. A investigação apura se os vínculos entre os dois estavam relacionados a negócios legítimos ou poderiam ter alguma conexão com o esquema investigado.
O que aconteceu com Edson Claro depois dos depoimentos?
Segundo o relato divulgado, as denúncias tiveram impacto também na vida pessoal do ex-executivo.
A CPMI do INSS chegou a tentar incluí-lo em um programa de proteção, mas a medida não teria sido concretizada.
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Nas últimas semanas, Claro relatou ter recebido ligações de números associados aos Estados Unidos, Paraguai e ao interior de São Paulo.
Em uma delas, segundo o depoimento, uma pessoa teria dito que ele estava “falando muito”.
A situação reforçou a preocupação com a segurança da testemunha, especialmente diante da alegação de que ela já teria sido ameaçada anteriormente.
O que a Polícia Federal investiga sobre Lulinha?
O nome de Lulinha passou a aparecer em diferentes frentes da investigação sobre o caso INSS.
Entre os pontos apurados estão:
- possíveis relações empresariais com Antônio Carlos Camilo Antunes;
- supostos pagamentos mencionados por Edson Claro;
- a alegada mesada de R$ 300 mil;
- viagens realizadas com o empresário;
- eventual participação em negócios envolvendo a empresa World Cannabis.
A investigação não estabeleceu, até o momento, que Lulinha tenha participado das fraudes contra aposentados. A defesa afirma que ele não cometeu irregularidades.
Qual é a situação do Careca do INSS?
Antônio Carlos Camilo Antunes é apontado nas investigações como um dos principais operadores do esquema de descontos associativos indevidos em benefícios do INSS.
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A Operação Sem Desconto, conduzida pela PF e pela CGU, investiga como entidades conseguiram realizar cobranças sem autorização de aposentados e pensionistas.
Antunes está entre os principais investigados do caso e permanece no centro das apurações sobre o fluxo financeiro e as relações empresariais envolvendo o esquema.
O episódio envolvendo Edson Claro acrescentou uma nova frente ao caso: além do rastreamento dos recursos, os investigadores passaram a analisar relatos sobre possíveis ameaças e relações com pessoas próximas ao poder político.
O que ainda precisa ser comprovado?
As declarações de Edson Claro são relevantes para a investigação, mas precisam ser confrontadas com documentos, registros financeiros, mensagens e outros elementos de prova.
No caso dos supostos pagamentos a Lulinha, por exemplo, a própria investigação ainda busca esclarecer a origem, o destino e a natureza das transações mencionadas pela testemunha.
A situação jurídica de cada pessoa citada também é diferente. Lulinha é investigado, mas não foi condenado por esses fatos, enquanto Antunes é investigado e nega a ameaça relatada pelo ex-funcionário.
A apuração continua para determinar se os relatos apresentados à PF encontram confirmação nos demais elementos reunidos no caso.
*Com informações da Veja
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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