Repost de Michelle com Tarcísio gera ruído e Flávio evita cobrar apoio
A publicação foi interpretada por setores do bolsonarismo como um possível aceno a uma candidatura de Tarcísio ao Palácio do Planalto.
- Foto: reprodução
Resumo:
Após Michelle Bolsonaro compartilhar um vídeo do governador Tarcísio de Freitas com críticas ao PT, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que não pretende cobrar apoio de aliados. O episódio reacendeu especulações sobre a disputa interna da direita para a sucessão presidencial.
PUBLICIDADE
Notícias do Brasil – O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende pressionar aliados por apoio nas eleições presidenciais. A declaração ocorre após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhar nas redes sociais um vídeo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no qual ele critica o PT e afirma que o Brasil precisa de um “novo CEO”.
A publicação foi interpretada por setores do bolsonarismo como um possível aceno a uma candidatura de Tarcísio ao Palácio do Planalto, o que gerou desconforto entre apoiadores de Flávio, nome defendido por Jair Bolsonaro para a sucessão presidencial.
No vídeo repostado por Michelle, Tarcísio faz críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e utiliza linguagem corporativa para defender mudanças na condução do país. A fala ganhou ainda mais repercussão após um comentário da esposa do governador paulista, sugerindo que o Brasil precisaria de um “novo CEO”.
A manifestação foi suficiente para reacender debates internos no campo da direita sobre quem deve liderar o projeto eleitoral nas próximas eleições presidenciais.
PUBLICIDADE
“Não vou ficar cobrando ninguém”, diz Flávio
Questionado sobre o episódio, Flávio Bolsonaro minimizou a situação e afirmou que não pretende exigir manifestações públicas de apoio. “Tenho certeza de que, em algum momento, eles vão estar mais ou menos efusivamente na campanha. Eu não vou ficar cobrando ninguém”, declarou.
O senador reforçou que sua pré-candidatura segue firme e que se considera o nome escolhido pelo pai. “Sou o escolhido por Jair Bolsonaro. Não corri atrás disso, mas Deus me escolheu”, afirmou.
Jair Bolsonaro está inelegível e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, condenado por liderar uma trama golpista com o objetivo de se manter no poder. Diante desse cenário, a definição de um nome competitivo para representar o bolsonarismo tornou-se central para o futuro político do grupo.
Michelle tenta conter interpretações
Diante da repercussão negativa entre aliados, Michelle Bolsonaro afirmou que não interpretou o comentário da esposa de Tarcísio como um lançamento informal de candidatura. Segundo ela, a fala indicaria apenas a necessidade de um novo governante para o país.
“Entendi como se ela estivesse dizendo que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante. E todos sabemos que precisa mesmo. Preferencialmente, Jair Bolsonaro”, escreveu Michelle nas redes sociais.
Enquanto parte da base bolsonarista demonstra resistência a uma eventual candidatura de Tarcísio, aliados do governador avaliam que seu nome tem maior apelo eleitoral fora do núcleo mais fiel ao ex-presidente. O episódio evidencia que a disputa pela liderança da direita em 2026 segue aberta e longe de consenso.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos







