Rio de Janeiro e Rondônia ficam fora de subsídio ao diesel proposto pelo governo
Segundo Geraldo Alckmin, cerca de 90% dos estados já aderiram à proposta para conter alta dos combustíveis.

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– Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Resumo:
Rio de Janeiro e Rondônia não vão aderir ao subsídio do ICMS sobre o diesel importado. Medida do governo federal já conta com adesão da maioria dos estados.
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Notícias do Brasil – Os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia decidiram não aderir à proposta de subsídio ao ICMS do diesel importado apresentada pelo governo federal. A informação foi confirmada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin nesta quinta-feira (2).
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Maioria dos estados aderiu
De acordo com Alckmin, aproximadamente 90% das unidades da federação já sinalizaram adesão à medida, enquanto outros dois ou três estados ainda analisavam a proposta e deveriam se posicionar até esta sexta-feira (3).
A iniciativa busca conter a alta dos combustíveis, pressionada por tensões internacionais, especialmente no Oriente Médio.
Como funciona o subsídio
A proposta prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado, com duração de até dois meses.
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O custo será dividido entre:
- Governo federal: R$ 0,60 por litro
- Estados: R$ 0,60 por litro
Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto fiscal estimado é de R$ 3 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão por mês.
Outras medidas em vigor
O subsídio se soma a ações já anunciadas pelo governo, como:
- incentivo de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores;
- zeragem de PIS e Cofins sobre o diesel.
Com a redução dos tributos, a previsão é de perda de até R$ 20 bilhões em arrecadação.
Contexto político e econômico
A proposta surgiu após resistência de governadores em zerar completamente o ICMS sobre o diesel importado. A alternativa foi criar um modelo de compensação compartilhada entre União e estados.
Próximos passos
O governo segue em negociação para ampliar a adesão dos estados e garantir maior impacto na redução do preço do combustível ao consumidor final.
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