Seis pessoas são presas após morte de jovem em salto de atividade radical
Imagens do acidente apontam possível falha na fixação da corda de segurança durante atividade realizada na Ponte do Esqueleto, em Limeira.

Foto: Reprodução
Resumo
A morte de uma jovem de 21 anos durante a prática de rope jumping em Limeira, interior de São Paulo, resultou na prisão de seis pessoas e levantou questionamentos sobre as condições de segurança da atividade. Imagens do acidente apontam possíveis falhas na fixação do equipamento de proteção. O caso também gerou um impasse entre a Prefeitura de Limeira e o governo federal sobre a responsabilidade pela fiscalização da área onde ocorreu o salto.
Notícias do Brasil –A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante a prática de rope jumping provocou grande repercussão e resultou na prisão de seis pessoas em Limeira, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada oficialmente pela Prefeitura do município, que acompanha o caso juntamente com as autoridades responsáveis pela investigação.
O acidente ocorreu na conhecida Ponte do Esqueleto, local utilizado para a realização de saltos radicais. A jovem participava da atividade quando caiu de uma altura aproximada de 40 metros.
Vídeo registra momento do acidente
Imagens que passaram a circular nas redes sociais registraram os instantes que antecederam a queda.
PUBLICIDADE
De acordo com os vídeos, a corda de segurança aparentemente não estava corretamente fixada ao corpo da participante no momento em que ela foi lançada da estrutura. As gravações passaram a integrar o material analisado pelas autoridades responsáveis pela investigação do caso.
A dinâmica exata do acidente ainda será esclarecida por meio dos procedimentos periciais e dos depoimentos colhidos durante a apuração.
Empresas são citadas nas imagens
Os instrutores que aparecem nos registros utilizavam camisetas com marcas ligadas às empresas Entre Cordas e Ih Voei.
PUBLICIDADE
Nas redes sociais, ambas costumavam divulgar a prática do rope jumping e compartilhavam imagens de saltos realizados por participantes em diferentes ocasiões.
Segundo informações divulgadas, uma das empresas cobrava R$ 130 por salto no final de 2025.
Até o momento, as empresas citadas não se manifestaram publicamente sobre o acidente nem responderam aos questionamentos da imprensa.
Prefeitura anuncia ação judicial
Além da investigação criminal, o episódio desencadeou uma disputa envolvendo responsabilidades pela área onde o acidente aconteceu.
PUBLICIDADE
A Prefeitura de Limeira informou que pretende ingressar com uma ação judicial contra o governo federal, alegando omissão em relação à fiscalização e ao controle de acesso da Ponte do Esqueleto.
Segundo a administração municipal, a responsabilidade pela manutenção e supervisão do local seria da União.
Município afirma ter alertado sobre riscos
Em nota oficial, a prefeitura afirmou que vinha adotando medidas administrativas e encaminhando solicitações aos órgãos federais responsáveis desde o início de 2025.
De acordo com o município, diversos ofícios foram enviados alertando sobre a necessidade de intervenções e reforço das condições de segurança na área.
PUBLICIDADE
A gestão municipal sustenta que já havia comunicado previamente os riscos existentes no local antes da ocorrência do acidente.
Investigações seguem em andamento
As autoridades continuam reunindo informações para esclarecer as circunstâncias da morte da jovem e apurar eventuais responsabilidades.
A prisão de seis pessoas faz parte das medidas adotadas durante a fase inicial das investigações.
O caso segue sendo acompanhado pelos órgãos competentes, que deverão analisar laudos técnicos, imagens, documentos e depoimentos relacionados à atividade realizada no momento do acidente.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos




