“Sicário”, apontado como braço direito de Vorcaro, morre após incidente na cadeia
Investigado em operação que apura lavagem de dinheiro e organização criminosa, Luiz Phillipi Mourão estava preso em Minas Gerais

FOTO: Reprodução
Resumo
Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado pela Polícia Federal como braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro, morreu após um incidente enquanto estava sob custódia policial em Minas Gerais. O investigado era alvo de operação que apura crimes financeiros e organização criminosa.
Notícias do Brasil – Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, investigado pela Polícia Federal e apontado como braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro, morreu após um incidente ocorrido enquanto estava sob custódia policial em Belo Horizonte.
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Mourão havia sido preso na manhã desta quarta-feira (4) durante uma nova fase da operação que investiga um suposto esquema de crimes financeiros ligado ao Banco Master.
Após o episódio registrado dentro da unidade policial, ele foi socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu.
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Investigação aponta papel estratégico no grupo
De acordo com informações da Polícia Federal, Mourão ocupava posição considerada estratégica no grupo investigado. Ele era responsável por coordenar atividades relacionadas ao monitoramento de pessoas e levantamento de informações consideradas relevantes para os interesses da organização.
As investigações indicam que o suspeito também atuava na coleta e análise de dados obtidos por meio de consultas em sistemas restritos.
Suspeita de acesso indevido a bases de dados
Relatórios da investigação apontam que Mourão teria realizado consultas e extração de informações em bases de dados vinculadas a órgãos públicos e instituições de segurança.
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Entre os sistemas citados nas apurações estariam plataformas utilizadas por instituições como o Ministério Público Federal, além de bancos de dados internacionais ligados a organismos como o FBI e a Interpol.
Segundo os investigadores, essas consultas teriam sido utilizadas para monitorar pessoas e obter informações consideradas sensíveis.
Suspeitas de crimes financeiros
Além das suspeitas envolvendo o acesso a sistemas restritos, Mourão também era investigado por possíveis crimes financeiros.
De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, ele teria movimentado cerca de R$ 28 milhões em contas de empresas ligadas ao grupo investigado em um esquema que levantou suspeitas de pirâmide financeira.
A investigação também aponta indícios de crimes como lavagem de dinheiro, organização criminosa e infrações contra a economia popular.
Operação segue em andamento
A operação conduzida pela Polícia Federal continua em andamento e busca esclarecer o funcionamento do grupo investigado e o papel de cada integrante nas atividades suspeitas.
As autoridades também analisam documentos e dados apreendidos durante a ação policial para aprofundar as investigações.
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