STF desbloqueia perfis de influenciadores e empresários antes de visita da CIDH ao Brasil
O desbloqueio ocorre na véspera da visita da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão (RELE).
- O STF determinou o desbloqueio das redes sociais de Bruno Aiub (Monark) e outros influenciadores, incluindo Luciano Hang, Guilherme Fiuza e Bernardo Küster, cujas contas haviam sido suspensas no âmbito do Inquérito das Fake News.
- O desbloqueio ocorreu pouco antes da visita da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da CIDH ao Brasil, levando internautas e advogados a sugerirem que a medida seria uma estratégia para minimizar críticas de censura ao Judiciário.
- A CIDH foi acionada anteriormente por parlamentares brasileiros devido a supostas censuras, e agora fará uma missão no país para avaliar a situação da liberdade de expressão, enquanto as decisões do STF sobre bloqueios de contas seguem sendo alvo de controvérsias.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgaçaõ
Notícias do Brasil – O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, na sexta-feira (7), o desbloqueio das redes sociais do influenciador digital Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes e, desde então, outros perfis que estavam bloqueados há anos também voltaram ao ar. Entre eles, a conta no X (antigo Twitter) do empresário Luciano Hang, bloqueada desde 2020, além dos perfis do jornalista Guilherme Fiuza e do influenciador Bernardo Küster. Ambos tiveram suas contas suspensas após serem incluídos no Inquérito das Fake News, conduzido pelo STF.
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O desbloqueio ocorre na véspera da visita da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão (RELE) da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que inicia sua missão no Brasil neste domingo (9). O grupo irá avaliar a situação da liberdade de expressão no país e ouvir diversas partes interessadas, incluindo representantes dos Três Poderes, membros do Ministério Público, jornalistas, acadêmicos e plataformas digitais. A visita passará por Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.
A reativação repentina dos perfis bloqueados chamou a atenção nas redes sociais. Internautas sugeriram que a decisão seria uma estratégia para minimizar as acusações de censura contra o Judiciário brasileiro antes da chegada da CIDH. O advogado Paulo Faria, que defende o ex-deputado Daniel Silveira — preso novamente em dezembro de 2024 por determinação de Moraes —, ironizou a coincidência: “Moraes acha que somos tolos. O desbloqueio às vésperas da visita da CIDH não é acaso ou bondade, mas uma estratégia para limpar a barra e legitimar a censura”.
A CIDH já havia sido acionada no ano passado por parlamentares brasileiros que denunciaram supostos casos de censura no país. No entanto, uma reunião que seria realizada com a entidade nos Estados Unidos foi suspensa de última hora. O motivo alegado foi um convite do governo Lula para que a relatoria especial visitasse o Brasil, permitindo um exame mais aprofundado do cenário nacional.
O Inquérito das Fake News, conduzido pelo STF desde 2019, já resultou na suspensão de contas de parlamentares, jornalistas e influenciadores digitais sob a justificativa de combater a desinformação e ataques às instituições democráticas. As decisões do tribunal, no entanto, vêm sendo criticadas por especi
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