Valdemar chama candidatura de Joaquim Barbosa ao Planalto de “piada” e relembra passagem pelo STF
Presidente do PL questionou aposentadoria antecipada do ex-ministro do STF.
- Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Resumo
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, criticou duramente a pré-candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa à Presidência da República. A declaração ocorre após o Democracia Cristã (DC) oficializar o nome do magistrado aposentado para a disputa de 2026.
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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, classificou como “piada” a pré-candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa à Presidência da República.
A declaração foi dada nesta segunda-feira (18), após o Democracia Cristã confirmar o nome de Joaquim Barbosa como aposta da legenda para a corrida ao Palácio do Planalto em 2026.
“Quem se aposenta com 59 anos no Supremo Tribunal Federal não pode ser presidente”, afirmou Valdemar em entrevista à CNN.
Crítica relembra julgamento do Mensalão
A fala de Valdemar também resgata o histórico entre os dois políticos. Joaquim Barbosa foi relator do processo do Mensalão no STF, julgamento que levou à condenação de Valdemar Costa Neto em 2012.
Na época, o dirigente do PL foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebendo pena de 7 anos e 10 meses de prisão no regime semiaberto.
DC oficializou Joaquim Barbosa como pré-candidato
O anúncio da pré-candidatura foi feito pelo Democracia Cristã no último sábado (16). O partido aposta no ex-presidente do STF como alternativa para a disputa presidencial de 2026.
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Joaquim Barbosa se filiou recentemente ao DC e ainda não comentou publicamente o lançamento de seu nome pela legenda.
O presidente nacional do partido, João Caldas, afirmou que a decisão foi tomada de forma “partidária” e destacou que Barbosa já está oficialmente colocado como pré-candidato.
Aldo Rebelo reage à mudança no partido
A decisão do DC também provocou reação do ex-ministro Aldo Rebelo, que vinha sendo articulado como nome da legenda para disputar a Presidência.
Incomodado com a mudança de estratégia do partido, Aldo classificou a movimentação como uma “afronta” e afirmou que não pretende desistir da candidatura ao Palácio do Planalto.
Segundo integrantes do DC, a troca ocorreu após avaliações internas apontarem baixo desempenho de Rebelo nas pesquisas eleitorais.
Disputa presidencial começa a ganhar forma
O cenário para 2026 já começa a movimentar partidos e lideranças políticas, especialmente no campo da direita e do centro. Além de Joaquim Barbosa, nomes como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e outros pré-candidatos têm intensificado agendas e articulações nacionais.
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