“Vamos parar Moraes”, diz deputado ao protocolar pedido de impeachment do ministro do STF
O parlamentar alega que Moraes cometeu “sucessivas e reiteradas condutas” que violariam direitos fundamentais.
- O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG) protocolou um pedido de impeachment contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, alegando violações de direitos fundamentais e falta de imparcialidade.
- O pedido acusa Moraes de instaurar procedimentos inquisitórios sem provocação do Ministério Público, realizar prisões arbitrárias, aplicar censura prévia e bloquear redes sociais, contrariando princípios constitucionais.
- A iniciativa conta com apoio de outros deputados estaduais, que consideram a permanência de Moraes um risco à estabilidade institucional e ao equilíbrio entre os poderes.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Reprodução
Notícias do Brasil – O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG) protocolou, nesta terça-feira (22/7), no Senado Federal, um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O parlamentar alega que Moraes cometeu “sucessivas e reiteradas condutas” que violariam direitos fundamentais e abalariam o dever de imparcialidade exigido pela Constituição.
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Durante o protocolo, Caporezzo fez um alerta contundente:
“Ou vamos parar o ministro Alexandre de Moraes ou não haverá Brasil amanhã para ser salvo. Vamos impedir que o Brasil vire uma Venezuela.”
Na representação, o deputado sustenta que Moraes teria instaurado procedimentos “inquisitórios, inclusive de ofício e sem provocação do Ministério Público”, contrariando o princípio acusatório previsto na Constituição. Também foram mencionadas prisões preventivas consideradas arbitrárias, censura prévia a veículos de comunicação e bloqueios de redes sociais, que segundo o autor, violam o artigo 220 da Carta Magna, que proíbe censura política, ideológica ou artística.
O pedido ainda qualificou como “medidas coercitivas desproporcionais” ações como bloqueio de contas bancárias e quebras de sigilo, que teriam tido “repercussões internacionais negativas” e contribuído para transformar o Judiciário em um “órgão de repressão política direcionado exclusivamente contra opositores ideológicos”.
Caporezzo alerta que a permanência de Moraes no STF representa um “risco real à estabilidade institucional, à paz social e ao equilíbrio entre os Poderes da República”. O documento conta com o apoio dos deputados estaduais Gilberto Cattani (PL-MG), Bruno Engler (PL-MG), Cabo Bebeto (PL-AL) e Leandro de Jesus (PL-BA).
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