Brasil

Brasil


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Veja como funciona o método liberado por Moraes a pedido do PSOL para matar bebês de 5 a 9 meses; assista

A assistolia fetal, também conhecida como injeção letal intrauterina, é um procedimento controverso.

Por Natan AMPOST

20/05/2024 às 15:11

Em resposta a um pedido do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu uma liminar para suspender a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que impedia o uso da assistolia fetal, método utilizado para a interrupção da gravidez após 22 semanas de gestação. A decisão foi divulgada na sexta-feira (17) e noticiada pela Gazeta do Povo.

PUBLICIDADE

O CFM justificou a proibição do procedimento alegando que ele é doloroso e desnecessário, visto que bebês com mais de cinco meses de gestação têm chances de sobreviver fora do útero com cuidados médicos adequados. Segundo o conselho, seria possível realizar um parto prematuro nesses casos. Além disso, a assistolia fetal envolve um processo que, na prática, não elimina a necessidade de a mulher passar por um parto, ainda que do feto morto.

Contudo, o PSOL contestou a decisão dos médicos, argumentando que a proibição da assistolia fetal dificulta a realização do “aborto legal” em casos de estupro. No Brasil, o aborto é considerado crime, mas não é punido quando a gestação resulta de violência sexual, há risco de vida para a mãe ou em casos de anencefalia — condição em que o feto apresenta má-formação cerebral incompatível com a vida fora do útero.

A comprovação clínica do abuso sexual é extremamente difícil, especialmente após algumas semanas da ocorrência do ato. Mesmo assim, mulheres com mais de cinco meses de gestação têm procurado hospitais exigindo a realização da assistolia fetal, alegando que a opção pelo parto prematuro pode ser mais traumática e envolver riscos adicionais à saúde.

A decisão de Moraes traz à tona uma discussão complexa sobre os direitos reprodutivos das mulheres e a ética médica. A assistolia fetal, também conhecida como injeção letal intrauterina, é um procedimento controverso. Em um vídeo divulgado em 2022 pela ONG pró-vida Live Action, a médica obstetra americana Patti Giebink, que já realizou abortos e posteriormente se arrependeu, descreve em detalhes como é realizado o procedimento para interromper a vida de um feto a partir de 22 semanas de gestação. Giebink explica que a assistolia envolve a injeção de substâncias letais no coração do feto, resultando na cessação dos batimentos cardíacos antes de ser expelido do útero.

PUBLICIDADE

A decisão do STF, ao suspender a resolução do CFM, permite temporariamente a continuidade do uso da assistolia fetal em situações específicas. No entanto, o debate está longe de ser encerrado. Organizações pró-vida criticam a medida, argumentando que ela facilita a prática de abortos tardios e infringe os direitos do nascituro. Por outro lado, grupos de direitos reprodutivos defendem que a suspensão é essencial para garantir que mulheres em situações extremas tenham acesso a um procedimento seguro e legal, conforme permitido pela legislação brasileira.

O embate entre o CFM e o STF ilustra a tensão entre a ética médica e os direitos individuais. Com a liminar concedida por Moraes, a expectativa é que o tema continue sendo discutido no âmbito jurídico e social, buscando um equilíbrio que respeite tanto a integridade física e psicológica das mulheres quanto as considerações éticas envolvidas na prática médica.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O autismo é um Universo Paralelo que incessantemente pede permissão para fixar-se no terreno dos saberes.

JESUS,D.F

Últimas notícias

Caiu na rede é post!

Vaza suposto vídeo de candidato a governo e internet reage: ‘candidato dotado’

Gravação com conteúdo sexual, atribuída ao ex-prefeito de Ananindeua, viralizou em grupos de WhatsApp às vésperas da convenção que deve oficializar sua candidatura ao Governo do Pará.

há 15 minutos

Amazonas

Justiça em silêncio: seis anos após massacre no Rio Abacaxis, processos seguem parados

Caso envolve mortes de policiais, denúncias de violações de direitos humanos e ações judiciais contra ex-autoridades e policiais militares. Os processos permanecem paralisados por impasse sobre a competência da Justiça.

há 31 minutos

Acidente de Trânsito

Motorista bêbado invade contramão, destrói carros e acaba preso em Manaus

Acidente envolvendo três veículos aconteceu na Avenida Oscar Borel, no bairro Compensa; suspeito se recusou a fazer o teste do bafômetro.

há 1 hora

Política

Eduardo Braga mantém esposa e ex-assessor como suplentes na disputa ao Senado em 2026

Senador repetiu a chapa de 2018 e registrou Sandra Braga e Miguel Capobiango Neto como suplentes no TSE.

há 1 hora

Brasil

Nikolas Ferreira vira alvo da PGR após gravar vídeo fazendo críticas a Lula

Deputado petista acusa o parlamentar do PL de antecipar a disputa eleitoral com um conteúdo divulgado nas redes sociais e pede investigação sobre a origem da produção e da divulgação do material.

há 2 horas