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Veja últimos momentos de jovem que foi arrastada de baile funk e morta após se recusar a ficar com traficante

Assassinato de Sther Barroso, de 22 anos, reacende debate sobre violência e opressão nas comunidades cariocas.

Por Beatriz Silveira

19/08/2025 às 22:55 - Atualizado em 20/08/2025 às 16:17

Notícias do Brasil – No último domingo (17), a jovem Sther Barroso dos Santos, de apenas 22 anos, foi vítima de um crime brutal na comunidade da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a investigação, ela foi morta após recusar sair de um baile funk acompanhada de Bruno da Silva Loureiro, conhecido como “Coronel”, apontado como chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe.

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Horas antes do crime, um vídeo que circula nas redes sociais mostra Sther sorridente e dançando durante o baile, onde acompanhava a apresentação de um cantor que admirava. O que parecia uma noite de diversão terminou em tragédia. De acordo com o laudo do IML, a jovem foi espancada, sofreu violência sexual e foi deixada desfigurada na porta da casa da mãe, na Vila Aliança. Vizinhos ainda tentaram socorrê-la, levando-a ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas ela não resistiu. O sepultamento será nesta quarta-feira (20), no cemitério de Ricardo de Albuquerque.

Leia também: Desembargador Domingos Chalub se aposenta no Tribunal de Justiça do Amazonas

Descrita por familiares e amigos como uma jovem alegre, cheia de planos e sonhos, Sther havia se mudado recentemente com a família para a Vila Aliança, também sob domínio da facção Terceiro Comando Puro (TCP). Em um caderno, mantinha anotações sobre seus objetivos para 2025, ano que acreditava ser o melhor de sua vida: conquistar a carteira de motorista, adotar um cachorro, investir em cursos e cuidar mais da saúde.

A irmã, Stefany, desabafou nas redes sociais, lamentando a violência sofrida por Sther e criticando a crueldade com que seu corpo foi abandonado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso, que volta a expor a vulnerabilidade das mulheres nas comunidades dominadas pelo tráfico. Coronel segue foragido, enquanto a família clama por justiça.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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