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Vídeo mostra jovens debochando após estupro coletivo contra adolescente: “A mãe de alguém teve que chorar”

Imagens gravadas logo após o crime mostram jovens rindo e fazendo piadas dentro de um elevador.

Por Natan AMPOST

09/03/2026 às 09:47 - Atualizado em 18/03/2026 às 08:07

Resumo


Um vídeo gravado dentro de um elevador após um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, mostra suspeitos debochando do crime logo após deixarem o apartamento. O caso levou outras jovens a denunciar agressões semelhantes atribuídas ao mesmo grupo, e a polícia investiga possível sequência de crimes sexuais envolvendo estudantes.

Notícias do Brasil – Um vídeo gravado por celular dentro de um elevador, logo após um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, tornou-se uma das principais provas analisadas pela polícia na investigação do caso ocorrido em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Nas imagens, registradas instantes depois de os suspeitos deixarem o apartamento onde o crime teria ocorrido, um menor de idade e outros jovens aparecem rindo, fazendo comentários irônicos e celebrando o que havia acabado de acontecer.

Em um dos trechos do vídeo, um dos envolvidos faz uma declaração em tom de deboche: “A mãe de alguém teve que chorar, porque as nossas mães hoje…”.

Para o delegado responsável pela investigação, Angelo Lages, o conteúdo das imagens revela uma postura de extrema insensibilidade diante da gravidade do crime.

Leia mais: Jogador suspeito de estupro coletivo de adolescente se entrega a polícia

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“Essas imagens são chocantes. Faltam até palavras e adjetivos para narrar o que representa esse tipo de conduta”, afirmou o delegado.

O caso ocorreu no dia 31 de janeiro e, desde então, mobiliza investigadores que buscam esclarecer a participação de cinco suspeitos no episódio.


Crime teria sido cometido por grupo de estudantes

Segundo as investigações, a adolescente foi vítima de agressões cometidas por quatro homens e um menor de idade dentro de um apartamento localizado em Copacabana.

A polícia apura a suspeita de que os envolvidos façam parte de um mesmo grupo de estudantes ligado ao Colégio Pedro II, instituição tradicional de ensino do Rio de Janeiro.

O caso ganhou maior dimensão após a vítima decidir relatar o que aconteceu. O depoimento prestado por ela à polícia acabou incentivando outras adolescentes a procurar as autoridades relatando experiências semelhantes envolvendo parte do mesmo grupo.

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Com isso, os investigadores passaram a considerar a hipótese de que os crimes possam integrar um padrão de violência sexual praticado por alguns dos suspeitos.


Convite de colega levou vítima ao local

De acordo com o relato da vítima, ela foi convidada para ir ao apartamento por um colega de escola, um adolescente de 17 anos com quem já havia mantido um relacionamento anteriormente.

O imóvel pertence à família de um dos suspeitos.

Câmeras de segurança do prédio registraram a movimentação dos envolvidos pouco antes do crime.

As imagens mostram que, às 19h24, três dos cinco jovens entraram no edifício. Um minuto depois, a adolescente chegou ao local acompanhada do menor que havia feito o convite.

Segundo o depoimento da jovem, ela foi levada a um quarto do apartamento para ficar com o rapaz. No entanto, a situação mudou rapidamente.

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Vítima relata invasão do quarto e agressões

Ainda segundo o relato apresentado à polícia, enquanto ela estava no quarto com o adolescente, os outros quatro jovens entraram no cômodo.

A adolescente afirmou que foi pressionada a manter relações com os amigos do rapaz, mas disse ter recusado todas as tentativas.

De acordo com o depoimento, após as negativas, ela foi imobilizada enquanto os suspeitos trancaram a porta do quarto.

O relato aponta que as agressões sexuais e físicas teriam ocorrido durante cerca de uma hora, com os cinco suspeitos se revezando no ataque.

O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames que confirmaram lesões compatíveis com o relato apresentado pela vítima.

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Pedido de ajuda foi feito ao irmão

Depois do ocorrido, a adolescente conseguiu enviar uma mensagem ao irmão pedindo ajuda. Segundo ele, o contato foi feito logo após o episódio.

“Ela me mandou mensagem dizendo que precisava de ajuda imediatamente. Disse que era sério e que achava que tinha sido estuprada”, contou.

A família então passou a prestar apoio imediato à jovem e buscou atendimento médico.


Avó descreve impacto ao encontrar a neta

A avó da adolescente, responsável legal pela jovem, também relatou o momento em que soube do que havia acontecido.

Segundo ela, a neta chegou abalada e pediu desculpas, acreditando ter feito algo errado.

“Ela me abraçou e disse: ‘mãe, desculpa’. Eu perguntei desculpa de quê. Disse a ela que não tinha culpa de nada”, contou.

Ao ajudar a jovem a levantar o vestido para examinar possíveis ferimentos, a avó percebeu hematomas intensos pelo corpo.

“Não era um roxo simples. Eram manchas muito escuras, em várias partes. Fiquei apavorada”, relatou.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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