Zema pressiona Senado por impeachment de Gilmar Mendes: “espero que tenham coragem”
Ex-governador critica presidente do Senado por não avançar com processos contra ministros.
- Foto: reprodução
Resumo
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema voltou a defender o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF, e criticou o Senado por não avançar com pedidos contra integrantes da Corte. A declaração ocorre em meio a um embate público envolvendo um vídeo satírico publicado pelo político.
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Notícias do Brasil – O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), reforçou nesta semana a defesa do impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A declaração foi feita durante entrevista, na qual afirmou esperar que o Senado Federal avance na análise de pedidos contra integrantes da Corte.
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Críticas ao Senado
Durante a entrevista, Zema também direcionou críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por não colocar em pauta processos de impeachment de ministros do STF. Segundo ele, a ausência de avanço nessas discussões compromete o enfrentamento de conflitos institucionais.
O político afirmou ainda que a condução do tema depende de maior disposição do comando da Casa para deliberar sobre os pedidos já apresentados.
Origem do embate
A tensão entre Zema e Gilmar Mendes ganhou força após a divulgação de um vídeo satírico nas redes sociais do ex-governador. Na gravação, personagens representados por bonecos fazem referência a ministros do STF em um contexto envolvendo supostas trocas de favores.
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O conteúdo levou Gilmar Mendes a acionar o ministro Alexandre de Moraes, solicitando a apuração do caso. Na representação, foram apontados indícios de possíveis irregularidades na publicação feita por Zema.
Diante do pedido, Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República antes de decidir se o ex-governador será incluído no chamado inquérito das fake news, que investiga a disseminação de conteúdos considerados ilícitos envolvendo instituições democráticas.
O episódio ampliou o embate público entre o pré-candidato e integrantes do STF, inserindo o caso no contexto mais amplo de tensões entre setores políticos e o Judiciário.
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