Assista: Fernanda Lacerda, a ‘Mendigata’, come placenta após parto: ‘parece sushi’
A influencer deu à luz ao seu primeiro filho e explicou sua decisão de realizar a placentofagia.
- Foto: Reprodução
A modelo e influenciadora Fernanda Lacerda, mais conhecida como a Mendigata do programa Pânico na TV, deu à luz seu primeiro filho no último sábado (28) e surpreendeu seus seguidores ao revelar que comeu parte da placenta. Em seus Stories do Instagram, ela compartilhou detalhes do momento do nascimento de Gabriel e explicou sua decisão de realizar a placentofagia.
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Fernanda Lacerda optou por um parto natural, porém, as coisas não saíram como o planejado. Ela enfatizou que o mais importante é a saúde do bebê e que Deus sempre faz as coisas acontecerem da melhor forma. Em um dos vídeos, ela mostrou o momento em que segurava o filho nos braços, ainda na sala de parto, e revelou que havia comido um pedaço da placenta.
A placentofagia, que é a prática de ingerir a placenta após o nascimento, tem se tornado cada vez mais popular entre algumas mulheres. Mendigata aproveitou a oportunidade para pedir que a médica explicasse os supostos benefícios dessa prática.

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“É bom para repor a pele que se perdeu, dar mais leite no pós-parto, um monte…”, explicou a profissional. Na legenda, Mendigata acrescentou que a prática também dá energia e diminui os sintomas da depressão pós-parto.
No vídeo, a médica coloca a placenta na boca de Mendigata, que a mastiga lentamente. “Parece um ‘sushizinho’. Com a fome que eu estou, eu comeria inteiro. Eu achei gostoso. Eu amei, parece um sushi, um sashimi”, explicou.
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Os benefícios da placentofagia têm sido objeto de debate na comunidade médica. Alguns estudos sugerem que a ingestão da placenta pode fornecer nutrientes essenciais, como ferro e vitaminas B6 e B12, bem como hormônios que promovem o bem-estar e a recuperação pós-parto. No entanto, a evidência científica sobre esses benefícios ainda é limitada e controversa.
Vale ressaltar que a prática de comer a placenta não é amplamente aceita na comunidade médica. Muitos profissionais argumentam que os benefícios são baseados principalmente em relatos anedóticos e que mais pesquisas são necessárias para confirmar sua eficácia. Além disso, há preocupações sobre a segurança da ingestão da placenta, pois ela pode conter bactérias e outros microrganismos que podem ser prejudiciais.
Apesar das controvérsias, a placentofagia tem sido adotada por algumas mulheres como uma forma de promover a recuperação pós-parto e melhorar a saúde em geral. No entanto, é importante ressaltar que essa prática deve ser feita apenas com acompanhamento médico e em condições controladas.
Redação AM POST*
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