Caso Didja: Ex-gerente do Belle Femme diz que condenação foi motivada por pressão social
O caso Belle Femme ganhou destaque nacional após a morte de Djidja e as revelações sobre uma seita chamada “Pai, Mãe, Vida”.
- Vazam áudios do primo de Djidja Cardoso acusando parentes de terem ocasionado morte da avó: “estavam dando droga para minha vó-Foto: reprodução
Notícias Caiu na Rede – A ex-gerente do salão de beleza Belle Femme, envolvido em uma grande polêmica nos últimos meses, deu uma declaração que reacendeu o debate público em torno da condenação de Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso, mãe e irmão de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido.
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Em entrevista recente, a ex-funcionária afirmou que ambos “deveriam ter sido soltos três meses após o ocorrido”, sugerindo que a manutenção da prisão teria sido motivada mais pela pressão da opinião pública do que por critérios estritamente jurídicos. Segundo ela, o caso ganhou tamanha repercussão que, “para a Justiça não voltar atrás”, a condenação se tornou uma espécie de resposta à comoção social.
A fala gerou novas discussões nas redes sociais, especialmente entre os que defendem a tese de que a exposição midiática influenciou diretamente no desfecho do processo. Cleusimar e Ademar foram condenados a 10 anos, 11 meses e 8 dias de prisão por tráfico de drogas e associação para o tráfico, em um esquema que envolvia o uso de cetamina.
O caso Belle Femme ganhou destaque nacional após a morte de Djidja e as revelações sobre uma seita chamada “Pai, Mãe, Vida”, supostamente liderada por membros da própria família.
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