Entenda por que Tatá Werneck e Cauã Reymond tiveram quebra de sigilo bancário decretada
Eles foram envolvidos em investigação contra a empresa Atlas Quantum, suspeita de lesar cerca de 200 mil investidores, numa pirâmide estimada em R$ 7 bilhões.
- Foto: Reprodução
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides Financeiras aprovou nessa quarta-feira, 23, a quebra de sigilo bancário da apresentadora Tatá Werneck, do ator Cauã Reymond e do jornalista Marcelo Tas, durante investigações a empresa Atlas Quantum, pertencente ao empresário Rodrigo Marques dos Santos, acusada de dar um golpe de R$ 7 bilhões envolvendo criptomoedas num grupo de cerca de 200 mil investidores.
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Os três fizeram propaganda para a empresa Atlas Quantum nas redes sociais em 2018. Eles participaram no “Desafio dos Investidores”. O vídeo ainda está no ar no Facebook.
Os dois atores foram convocados a prestarem depoimento no último dia 15 sobre as suspeitas de fraudes envolvendo investimentos com criptomoedas, mas não compareceram à Câmara dos Deputados após habeas corpus considerado incomum escrito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
O requerimento de quebra de sigilo foi apresentado pelo deputado federal Paulo Bilynskyi (PL-SP).
“Solicita-se, ainda, que seja realizada a quebra do sigilo bancário no período de 01/01/2018 a 31/12/2019, com a finalidade de identificar se, após a cessação das atividades pela empresa Atlas Quantum, em agosto de 2019, os investigados receberam qualquer quantia da empresa”, detalhou o parlamentar.
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Redação AM POST*
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