Influenciador bolsonarista revolta amazonenses ao atacar Zona Franca de Manaus
Gabriel Silva afirmou que polo industrial “não serve pra nada”

FOTO: Reprodução
Resumo:
O influenciador bolsonarista Gabriel Silva causou revolta nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a Zona Franca de Manaus (ZFM) e fazendo comentários ofensivos sobre a população amazonense. As declarações repercutiram negativamente entre internautas, que saíram em defesa da importância econômica e ambiental do modelo industrial.
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Caiu na rede, é post! – O influenciador bolsonarista Gabriel Silva causou forte repercussão nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a Zona Franca de Manaus (ZFM) e fazendo comentários considerados ofensivos contra a população amazonense.
Durante a gravação divulgada nesta segunda-feira (11), Gabriel afirmou que as indústrias instaladas no Amazonas “não servem pra nada” e declarou que seria mais vantajoso para o Brasil importar produtos diretamente da China.
Além disso, o influenciador ironizou a logística da Região Norte e debochou da localização das fábricas ao afirmar que as “indústrias ficam em cima de árvores”.
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Declarações provocaram reação nas redes sociais
As falas rapidamente geraram revolta entre internautas amazonenses, que criticaram o posicionamento do influenciador e defenderam a importância econômica da Zona Franca de Manaus.
Nas redes sociais, usuários destacaram que o polo industrial gera milhares de empregos diretos e indiretos, além de movimentar bilhões de reais na economia brasileira.
Internautas também lembraram que a Zona Franca desempenha papel estratégico na preservação ambiental da Amazônia ao criar alternativas econômicas sustentáveis para a população da região.
Zona Franca é considerada estratégica para o Amazonas
Criada em 1967, a Zona Franca de Manaus reúne empresas nacionais e multinacionais dos setores de eletroeletrônicos, informática, motocicletas, bicicletas e bens de consumo.
O modelo industrial é defendido por empresários e autoridades como essencial para o desenvolvimento econômico da Região Norte e para a integração da Amazônia ao restante do país.
Especialistas também apontam que o modelo ajuda a reduzir a pressão sobre atividades ligadas ao desmatamento, contribuindo para a preservação da floresta.
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