Ludmilla repudia sua imagem em malote de maconha
A droga, batizada como A Braba, está sendo comercializada pelo valor de R$ 35.
Nesta terça-feira (14), a cantora Ludmilla, por meio de sua assessoria de imprensa, enviou uma nota repudiando a estampa de seu rosto em um malote de maconha traficado pelo Comando Vermelho na comunidade Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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A droga, batizada como A Braba, está sendo comercializada pelo valor de R$ 35. A nova moda do tráfico tem relação com a música Verdinha, lançada pela cantora em novembro de 2019. Nas redes sociais, várias pessoas criticaram a canção por sua apologia à maconha. O lançamento fez com que a cantora perdesse o patrocínio de uma famosa marca de calçados.
Parlamentares da ala conservadora, como Carla Zambelli, Marco Feliciano, Otoni de Paula, o ministro Osmar Terra e a psicóloga Marisa Lobo emitiram notas de repúdio à canção. A Rede Globo e a apresentadora Fátima Bernardes também entraram na mira da população por terem colocado a cantora para divulgar Verdinha em um horário onde muitas crianças estão assistindo à TV.
NOTA DA CANTORA NA ÍNTEGRA
A cantora Ludmilla, através de sua assessoria jurídica, representada pelo advogado José Estevam Macedo Lima, vem a público externar veemente repúdio a veiculação da imagem da cantora ao uso e comercialização de entorpecentes.
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Com efeito, a cantora tem sido alvo de uso indevido de sua imagem que constitui flagrante violação aos seus direitos da personalidade, que lhe são assegurados pelo Código Civil Brasileiro.
Por fim, a cantora esclarece que não poupará esforços para adotar todas as medidas cíveis e criminais que se fizerem necessárias, de modo a repelir e responsabilizar os autores das veiculações do conteúdo a seu respeito.
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