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Pedro Bial acusa Meta de ser cúmplice em crime de falsificação após ser vítima de deepfake

O apresentador abordou o caso em um vídeo compartilhado em sua conta pessoal no Instagram.

  • Estadão Conteúdo

  • 19/01/2024 às 16:52

  • Leitura em três minutos

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

O apresentador Pedro Bial acusou a empresa Meta de ser cúmplice de “falsificação, fraude e charlatanismo” após ser vítima de um deepfake. Bial afirma que sua imagem foi utilizada sem permissão em uma propaganda de um “remédio milagroso” para a calvície e que, mesmo após diversas denúncias, nenhuma medida foi tomada para remover a publicidade.

Em nota enviada ao Estadão, assinada pelo porta-voz da Meta, a empresa mencionou que atividades com o propósito de “enganar, fraudar ou explorar terceiros” não são permitidas em suas plataformas e que aprimora suas tecnologias para combatê-las. A companhia também incentivou denúncias contra esse tipo de conteúdo.

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O apresentador abordou o caso em um vídeo compartilhado em sua conta pessoal no Instagram. Segundo ele, o vídeo está circulando “há alguns meses” na internet. “A fraude não é nem tão bem feita, mas é o suficiente para enganar muita gente”, disse.

Bial relatou que recebe alertas diários de amigos e conhecidos sobre a propaganda. Sem mencionar o nome da empresa responsável pelo deepfake, ele explicou que iniciou um processo contra os responsáveis pela divulgação da publicidade e a promoção do “remédio milagroso”.

“Sigo os passos lentos do processo jurídico, enquanto, na internet, a coisa só piora, se alastrando”, lamentou. Na sequência, o apresentador acusou a empresa dona do Instagram e do Facebook de “cumplicidade no crime de falsificação, fraude e charlatanismo”.

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“Um crime, para se realizar, precisa de três fatores: a motivação para praticá-lo, mais os meios e oportunidades para tal”, argumentou. Segundo ele, “os meios e as oportunidades são oferecidos pela Meta, que ainda lucra, ganha ‘grana’ com esse golpe”.

Bial ainda citou colegas que também já foram vítimas de veiculações de deepfake, como o médico Drauzio Varella. Conforme o relato, Drauzio “tem sua imagem fraudada para que a Meta seja cúmplice de crimes contra a saúde pública”.

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O deepfake é uma técnica que consiste na criação de conteúdos sintéticos (não reais), que podem ser áudios e imagens, produzidos com auxílio de inteligência artificial (IA). A prática foi muito usada para promover desinformação durante o período eleitoral. Leia mais sobre o deepfake aqui.

O que diz a Meta

Em nota assinada pelo porta-voz, a empresa disse que atividades que tenham o objetivo de “enganar, fraudar ou explorar terceiros” não são permitidas nas plataformas pertencentes à companhia. “Estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas”, afirmou.

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Leia a nota completa:

“Atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas em nossas plataformas e estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas. Também recomendamos que as pessoas denunciem quaisquer conteúdos que acreditem ir contra os Padrões da Comunidade do Facebook, das Diretrizes da Comunidade do Instagram e os Padrões de Publicidade da Meta através dos próprios aplicativos.”, Porta-voz da Meta.

Estadão Conteúdo

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