Vários influenciadores procuram Blaze para rescindir contrato após reportagem do Fantástico
Ao menos 12 influenciadores procuraram a plataforma, conforme jornal.
- Foto: Reprodução
Ao menos 12 influenciadores procuraram a Blaze nesta segunda-feira, (18), para romper com plataforma de jogos de azar após denúncias feitas no “Fantástico” neste domingo, (17). A informação foi divulgada pelo site F5, da Folha de S.Paulo e um dos casos seria da atriz Mel Maia, exposta na reportagem.
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Em nota divulgada à imprensa, Mel destaca que não sabia da investigação e das supostas atitudes ilícitas da empresa e que já tomou as medidas cabíveis para proteger.
“Melissa Maia de Sousa, por seus advogados, vem informar que não possui conhecimento acerca de qualquer investigação envolvendo o site blaze.com, tendo sido contratada apenas para realizar ações de publicidade, bem como que aguardará o desfecho do procedimento investigativo a fim de tomar as medidas cabíveis”, diz a nota assinada por quatro advogados da atriz de 19 anos.
A ex-BBB Larissa Santos, que também é patrocinadora pela Blaze, é uma das influenciadoras que buscaram o rompimento de contrato com a plataforma. A professora de Educação Física fechou os comentários de fotos em que aparece fazendo propaganda do jogo, e editou seu perfil para não ser mais vista como embaixadora da Blaze.
O F5 disse que procurou a assessoria de Larissa Santos, mas não obteve resposta.
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Blaze
Desde 2020 no Brasil, a Blaze oferece cerca de R$ 100 mil por mês para influenciadores divulgarem a marca no Instagram.
Desde setembro, a Justiça de São Paulo bloqueou R$ 101 milhões da plataforma. As investigações começaram após apostadores denunciarem que valores altos não eram pagos pela plataforma, o que configura estelionato.
A Justiça também determinou que o site da Blaze fosse retirado do ar, mas a ordem judicial não foi cumprida. A empresa não tem sede nem representantes legais no Brasil, o que impede o cumprimento.
Em nota, a Blaze afirma que a empresa tem sede em Curaçao e que, então, a atividade dela não configura infração penal mesmo que os apostadores sejam brasileiros. A empresa também afirma que, em outro caso semelhante, o Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento do inquérito e um juiz revogou a decisão de bloqueio do site.
Redação AM POST
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