Caso Djidja Cardoso: Denúncia de pai de Audrey deu início as investigações de seita antes de morte de ex-sinhazinha
Ademar foi acusado de introduzir Audrey no vício de Ketamina.

Caso Djidja Cardoso: Denúncia de pai de Audrey deu início as investigações de seita antes de morte de ex-sinhazinha-Foto: Divulgação
Caso Djidja Cardoso – A Polícia Civil do Amazonas iniciou investigação da seita da família de Djidja Cardoso há cerca de 40 dias, após denúncias realizadas pelo pai de Audrey Schott, esposa de Ademar Cardoso, o irmão da ex-sinhazinha. Isso aconteceu antes da morte de Djidja no último dia 28 de maio.
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O pai de Audrey afirmou nas denúncias que Ademar estava introduzindo Audrey em uma seita religiosa e levando a filha ao vício de Ketamina, um anestésico de uso veterinário usado como droga ilícita, que teria deixado Audrey com crises.
Ele é acusado também de aplicar a Ketamina em Audrey dentro de uma unidade hospitalar onde ela estava internada.
‘Seita Pai, Mãe e Vida’
“O pai da companheira de Ademar, irmão de Didja, resgatou a filha dopada e a levou à delegacia, relatando os fatos há cerca de 40 dias”, disse o delegado Cícero Túlio. Segundo a polícia, “seita” funcionava há pelo menos dois anos no bairro Cidade Nova, em Manaus.
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Ademar assumia a figura de Jesus, Cleusimar seria Maria, mãe de Jesus, e Djidja, a ex-sinhazinha, de Maria Madalena. Juntos, induziam seguidores a acreditar que com o uso da substância iriam “transcender a outra dimensão e alcançar um plano superior e a salvação”.
*Redação AM POST
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