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Caso Djidja Cardoso

Inquérito aponta que Djidja Cardoso foi agredida ao tentar impedir Cleusimar de estrangular cobras

A denúncia indica que, em um estado psicodélico, Cleusimar apertou o pescoço das cobras até que elas defecassem.

Por Hugo Guimarães

10/09/2024 às 20:30

Foto: Divulgação

Notícias de Manaus – O inquérito policial que investiga o Caso Djidja Cardoso revela um quadro alarmante de maus-tratos a animais e crimes contra o meio ambiente. Cleusimar, que criava sete cachorros da raça Spitz, duas jiboias, além de gatos, peixes e passarinhos, é acusada de abusar de seus animais e causar sofrimento a eles durante um surto psicótico provocado pelo uso de Ketamina, um medicamento veterinário que pode ser usado como droga recreativa.

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Cleusimar é mãe de Djidja Cardoso, a ex-sinhazinha do Boi Garantido, que foi encontrada morta em 28 de maio, suspeita de overdose de Ketamina. De acordo com uma denúncia anônima à Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), Djidja foi agredida pela mãe quando tentou salvar duas cobras que estavam sendo estranguladas por Cleusimar. A denúncia indica que, em um estado psicodélico, Cleusimar apertou o pescoço das cobras até que elas defecassem. Djidja tentou socorrer os animais, mas acabou sendo atacada pela própria mãe.

O depoimento também revela que, antes de junho de 2023, os animais eram bem cuidados, recebendo alimentação adequada e cuidados veterinários regulares. No entanto, com o uso crescente de substâncias alucinógenas pela família, o estado dos animais deteriorou-se. A falta de cuidados resultou na morte de peixes e na possível alimentação dos passarinhos pelos gatos após Cleusimar abrir as gaiolas durante surtos.

“Os cachorros eram muito bem tratados por todos os moradores da casa, eram tratados como filhos, porém em 2022 a família passou a consumir substâncias alucinógenas e passaram a relaxar nos cuidados com os animais. E foi em junho de 2023 que as ações de cuidados com os cachorros deixaram de existir, pois os cachorros não se alimentavam de forma correta, não havia rotina de higiene, não havia mais controle de vermifugação e também não havia mais passeios, além do local onde os cachorros ficavam que se tornou insalubre”, revela depoimento

Após a morte de Djidja, seis cachorros foram resgatados e levados para uma clínica veterinária antes de serem transferidos para a custódia de uma prima da ex-sinhazinha. O sétimo cachorro, conhecido como Gabriel, foi para a casa de Bruno Roberto, ex-noivo de Djidja. O paradeiro das cobras restantes ainda é desconhecido. O inquérito continua para esclarecer todos os aspectos do caso e a responsabilidade pelos maus-tratos e crimes ambientais.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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