Justiça aceita denúncia contra 10 acusados no “Caso Djidja Cardoso”
O juiz Celso Souza de Paula indeferiu pedido de relaxamento de prisão de quatro réus e pautou a audiência de instrução inaugural para 4 de setembro deste ano.
- Família de Djidja possuía rede de salões de beleza em Manaus. Foto: Reprodução
O juiz de direito titular da 3.ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (3.ª VECUTE), Celso Souza de Paula, aceitou nesta sexta-feira (26/07) a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas no processo n.º 0508159-44.2024.8.04.0001, que tem dez pessoas acusadas de tráfico de substâncias entorpecentes. As dez pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil do Estado do Amazonas a partir da morte da jovem Djidja Cardoso.
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Dos 10 acusados, quatro respondem ao processo em liberdade e seis estão presos. Na mesma decisão em que aceitou a denúncia do MPE, o magistrado negou o pedido apresentado pelas defesas de quatro deles para relaxamento da prisão.
Com o recebimento da denúncia, a Vara também pautou a audiência de instrução inaugural para 4 de setembro deste ano. Na ocasião, serão ouvidas as testemunhas de acusação, depois as de defesa e, por último, os acusados. Devido ao número de testemunhas e acusados, a tendência é que até o encerramento da instrução sejam utilizadas outras datas para a conclusão dessa fase processual.
Entre os denunciados pelo MP estão, a mãe e o irmão de Djidja, Cleusimar Cardoso Rodrigues e Ademar Farias Cardoso Neto; o dono de uma clínica veterinária que fornecia Ketamina, José Máximo Silva de Oliveira e o sócio dele Sávio Soares Pereira; e o coach que atuava como ‘personal’ da família de Djidja, Hatus Moraes Silveira.
O processo tramita em segredo de justiça.
Redação AM POST
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