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Caso Djidja Cardoso

Polícia explica como começou o uso da ketamina na família de Djidja Cardoso

Delegado explicou a cronologia durante coletiva de imprensa.

  • Por AM POST

  • 10/06/2024 às 13:24

  • Atualizado em 10/06/2024 às 15:48

  • Leitura em dois minutos

Caso Djidja Cardoso– O delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), explicou a cronologia em que a ketamina entrou na vida da família Cardoso, até a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djodja Cardoso, no dia 28 de maio de maio deste ano.

“Inicialmente é o Ademar teve contato com vários tipos de materiais entorpecentes, tanto ele quanto os familiares, e posteriormente ele foi encaminhado para Londres para realizar uma espécie de tratamento, mas lá teve o primeiro contato com a ketamina”, disse o delegado.

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No entanto, foi em Manaus que ele conheceu um casal que mostrou como a droga agia. “Ele então é apresentando (à ketamina) e posteriormente, eles (com o casal), passaram a fazer uma espécie de experiência a fim de identificar qual seria a melhor forma de utilizar a substância de forma subcutânea”, explicou a autoridade policial.

De acordo com Cícero, quando a família toda já fazia o uso da droga, a mãe de Ademar criou a seita. “Cleusimar conheceu a “Cartas de Cristo” (livro), passam a fazer uma espécie de culto em relação a esse tipo de obra literária a acabam fazendo uma interpretação equivocada do que seria essa obra literária”, continuou a autoridade policial.

“Eles começam a capitar outras pessoas, principalmente funcionários da rede de salões de beleza(…), só que chega a ser um momento em que eles começam a ter dificuldade para comprar a medicação, e o Bruno (ex de Djidja), que acaba tendo acesso a Hatus”, contou o delegado, explicando que Bruno conhecia o treinador durante campeonatos de fisiculturismo e sabia que este poderia o ajudar a fazer uma ligação com clínicas veterinárias, para conseguir o material com facilidade.

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O caso já era investigado pelo 1º DIP, e veio a tona após a morte da ex-sinhazinha. Dez pessoas já foram presas durante as duas fases da operação.

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