Polícia afirma que casa da família de Djidja Cardoso tinha ‘cheiro de carne podre’
Segundo relatos da polícia, o local exalava um odor similar ao de “carne em estágio de putrefação”.

Polícia afirma que casa da família de Djidja Cardoso tinha ‘cheiro de carne podre’-Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma descoberta chocante veio à tona nas investigações policiais envolvendo a família da ex-sinhazinha Djidja Cardoso. A residência utilizada por seus familiares para rituais religiosos, supostamente acompanhados pelo uso de drogas, foi encontrada em condições perturbadoras. Segundo relatos da polícia, o local exalava um odor similar ao de “carne em estágio de putrefação”.
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Durante as buscas na residência, foram descobertas evidências perturbadoras, incluindo seringas, doses de cetamina, frascos vazios de medicamentos, computadores e documentos, todos apreendidos para análise. Essas descobertas vieram à tona após a morte de Djidja Cardoso, que era alvo das investigações.
O delegado Cícero Túlio, responsável pelo caso, relatou que os suspeitos apresentavam lesões na pele “tipo necrose por conta das aplicações”, sugerindo um possível uso abusivo de drogas injetáveis. As investigações revelaram ainda um cenário de horror, onde as vítimas da seita eram mantidas em cárcere privado, submetidas a estupros repetidos por membros do grupo ao longo de vários dias. As vítimas eram obrigadas a permanecer “despidas e sem se banhar durante todo o período”.
Até o momento, cinco pessoas foram presas, incluindo Cleusimar e Ademar Cardoso, mãe e irmão de Djidja, além de três funcionários da rede de salão Belle Femme, supostamente envolvidos na seita. A própria Djidja estava sendo investigada devido à suposta seita “Pai, Mãe, Vida”, onde rituais com o uso de ketamina eram realizados.
A defesa dos acusados nega a existência da seita, alegando que a família é vítima do vício em drogas.
Redação AM POST
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