Amazonas deve ser prioridade na Campanha de Vacinação do Coronavírus, defende deputado
Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação será feita a partir de janeiro de 2021, se estendendo até o mês de junho.
- Foto: Divulgação
Redação AM POST
O deputado federal do Amazonas, Delegado Pablo, encaminhou nesta quarta-feira (14/10) ao Ministério da Saúde o pedido de informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação Contra o Coronavírus, que está sendo preparada pelo governo Federal.
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O deputado quer saber quando a campanha chegará ao Amazonas, onde o número de novos casos do Covid-19 preocupa os órgãos de saúde. Pablo defende que o Amazonas seja prioridade entre os Estados que vão receber a vacina do coronavírus.
Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação será feita a partir de janeiro de 2021, se estendendo até o mês de junho. Os Estados que tiverem maior nível contaminação serão os primeiros a receber a vacina.
Pablo já havia sugerido ao Ministério da Saúde que o Amazonas fosse incluído entre os Estados com prioridade na vacinação. O deputado argumenta que vários municípios ainda enfrentam o descontrole na propagação da doença.
“Em Manaus e no interior, temos localidades onde o coronavírus continua fazendo vítimas. A situação não está sob controle”, destacou o parlamentar.
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Delegado Pablo disse que tem acompanhado a negociação entre o governo brasileiro e os laboratórios da Universidade de Oxford (na Inglaterra) e da Sinovac Life Science (na China). As duas instituições estão na disputa para lançar primeiro a vacina contra o Covid-19.
Caso a vacina chinesa fique pronta até dezembro deste ano, Pablo defende que o governo do Amazonas junte-se a um consórcio formado por vários Estados para comprar o medicamento.
A ideia é unir as secretarias de Saúde estaduais e municipais para comprar as vacinas, que serão adquiridas junto aos laboratórios chineses e seus parceiros no Brasil.
“A vacina chinesa já começou a ser produzida no Instituto Butantã, em São Paulo. Faltam apenas a finalização dos testes e a autorização dos órgãos de controle para o medicamento ser liberado”, explicou o deputado.
O Instituto Butantã divulgou comunicado onde esclarece que 46 milhões de doses da vacina estarão disponíveis no Brasil até dezembro de 2020, sendo que seis milhões estarão disponíveis até o final de outubro.
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