Assim como no AM, Miami e Orlando enfrentam falta de oxigênio para tratar Covid nos hospitais
Os Estados Unidos, registram aumentos constantes nos números de casos da doença em decorrência da variante Delta — especialmente na Flórida.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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A crise de oxigênio que atingiu o Amazonas no início do ano, pico da pandemia, e se espalhou pelo restante do Brasil agora começa a apresentar sinais nos Estados Unidos. Isso porque autoridades de Miami e Orlando estão orientando os moradores a iniciarem um racionamento de água após hospitais registrarem falta do insumo líquido utilizado em paciente com a Covid-19. Essa é mais uma tentativa de conter a Covid-19 nos Estados Unidos, que registram aumentos constantes nos números em decorrência da variante Delta — especialmente na Flórida.
O prefeito da cidade de Orlando, Buddy Dyer, explicou que o oxigênio líquido utilizado para tratar a água dos reservatórios das cidades da região está sendo repassado aos hospitais para atender os pacientes graves com Covid-19. No comunicado publicado ontem à noite em Orlando, as autoridades afirmam que, se o pedido não for atendido, o racionamento imposto será adotado. Em Miami, um comunicado semelhante foi divulgado nesta manhã.
O fornecimento semanal de 10 caminhões de oxigênio líquido para tratamento de água potável na cidade está sendo reduzido para sete ou até cinco por causa do crescente número de hospitalizações, que agora ultrapassa 17 mil na Flórida.
De acordo com dados de agências federais dos Estados Unidos, 17.198 pessoas estão atualmente internadas em 258 hospitais da Flórida, e apenas 6,9% dos leitos de UTI (unidades de terapia intensiva) estão disponíveis.
Amazonas
O Amazonas viveu uma situação tanto quanto dramática, no início de 2021, quando os hospitais ficaram lotados com casos da Covid-19 e o insumo em estoque não conseguiu suprir a demanda, o que fez familiares e médicos correrem em busca de doações de cilindros de oxigênio.
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Após o período crítico, o estado conseguiu recuperar em tempo hábil o fornecimento de oxigênio para os hospitais. A situação nas unidades de saúde melhorou graças ao que foi comprado e à produção local.
Vários municípios amazonenses contam com o apoio de miniusinas para a geração independente de oxigênio medicinal (O2).
A estratégia de implantar os equipamentos no Estado foi traçada após o aumento súbito de internações, em janeiro, de pacientes com Covid-19 no Amazonas, o que gerou escassez do produto.
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