Aumento no número de chamadas gera sobrecarga e faz Samu não conseguir atender toda a população de Manaus
A prioridade é para doentes graves, com angústia respiratória.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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O médico e diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Ruy Abrahim, informou nesta quarta-feira (6) em entrevista a portais locais que o Samu está operando no limite e não tem capacidade para atender toda a população de Manaus.
“O número de chamadas está absurdamente alto e não há como atender a todos. A prioridade é para doentes graves, com angústia respiratória. Aqueles sem comprometimento respiratório grave não devem ficar aguardando ambulância, a família tem que conseguir um transporte e levar o doente para unidade de saúde. As ambulâncias estão sendo bastante utilizadas, mais do que o corriqueiro, que já é muito. Há muitos veículos parados, aguardando manutenção”, disse.
Além da alta quantidade de chamados, o processo de higienização das ambulâncias também aumenta a demora nos atendimentos. Cada ambulância precisa passar por uma limpeza que dura mais de uma hora sempre que atende um novo paciente.
Diante do cenário caótico da pandemia em Manaus, a atual orientação das autoridades de saúde é de que pacientes que estejam em estado sem gravidade, procurem atendimento por meios próprios, sem acionar o Samu, que não está mais conseguindo atender as demandas diárias.
*Com informações do G1 e A Crítica
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